quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

CARTOON versus QUADRAS

O Enfermo
HenriCartoon

«O ENFERMO»

Diga-me doutor, será que o país se safa…
Qual é o seu verdadeiro diagnóstico?

Notícias boas… notícias más...

Senhor ministro, este caso é dramático,
75%  hipóteses em como a crise passa
Dependendo de terceiros p’rá desgraça…

E as más notícias, diga logo senhor doutor,
Que as boas estão dentro da  previsão…

O estafermo é um grande brincalhão,
Vou fingir que não ouvi esse estupor!

POETA

CARTOON versus QUADRA

A Grande Seca
HenriCartoon

A GRANDE SECA

Preciso d’água por favor,
Estou com a garganta seca…
Primeiro vou dar de beber à dor
E depois durmo uma soneca.

Grande seca!

POETA

MÚSICAS DO MUNDO

E a música de hoje é...

NICCOLÒ PAGANINI - «La Campanella»

Poet'anarquista

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

CARTOON versus QUADRAS

O Pingue-Pongue
HenriCartoon

«O PINGUE-PONGUE»

Ai se eu te pego Fedelho…
Se te pego, vou bater à farta!

Acabado, assim você me mata…
Você nunca se viu ao espelho?

Nossa, grande bolada…
Você sabe bater bem!

Aprendi com alguém
Que só tem feito borrada!!

POETA

MÚSICAS DO MUNDO

E a música de hoje é...

ROXY MUSIC - «Don't Stop The Dance»

Poet'anarquista


NÃO PAREM A DANÇA

Não pare de dançar
Até a batida irá transformá-lo em (de volta a Babylon)
Não pare de dançar
Até que o seu coração esteja batendo forte (de volta a Babylon)
Ah, eu vou levá-lo de alta
E eu vou transformá-lo em
E a batida está batendo para Babylon
E eu sinto a batida
Você não pode ouvir os tambores
E a batida está batendo para Babylon

Oh, coloque a agulha no disco
Coloque a sua alma até me
Nas noites solitárias ser meu amor
Seja a rainha da miséria
Eu mantenho um segredo - eu mantenho a emoção
Eu mantenho no fundo do meu coração
Eu mantenho uma promessa e toda a devoção
Oh, venha desempenhar o seu papel

Oh, se você quer o meu amor - eu prometo
Eu não gosto de dormir sozinha
Temos café da manhã feito em paris
Temos jantar apenas em Roma
Eu mantenho um segredo - eu mantenho a emoção
Eu mantenho no fundo do meu coração
Eu mantenho uma promessa e toda a devoção
E eu toco a minha parte 

Roxy Music

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

POESIA - JAMES JOYCE

O poeta, romancista e contista James Augustine Aloysius Joyce, ou simplesmente James Joyce, nasceu em Dublin a 2 de Fevereiro de 1882. Foi considerado um dos maiores autores do séc. XX, tendo sido um dos precursores do modernismo poético na língua inglesa. Ezra Pound considerou-o um dos mais importantes poetas do imaginismo. James Joyce faleceu em Zurique, na Suíça, a 13 de Janeiro de 1941.
Poet'anarquista
James Joyce
Poeta Irlandês

«James Joyce»
Por Jack Couhling
BIOGRAFIA

James Augustine Aloysius Joyce nasceu em 1882, em Dublin (Irlanda), de pais católicos. Em 1902, segue para Paris para estudar medicina, mas abandona o curso para dedicar-se ao ensino da língua inglesa e à literatura.

Com a morte da mãe, em 1903, regressa a Dublin. Exerce a crítica literária por um tempo; em seguida muda-se para Zurique (Suíça) e, mais tarde, para Trieste (parte do Império Austro-Húngaro, hoje Itália), onde dá aulas de inglês. Em 1906, vai para Roma, onde também trabalha como professor.

Em 1907, publica o seu primeiro livro, «Música de Câmara» (poemas). A coletânea de contos «Dublinenses» sai em 1914, causando revolta nos círculos conservadores, pela sua descrição sem sentimentalismos das pequenas e grandes misérias da vida na Irlanda.

O seu primeiro romance, o autobiográfico «Retrato do Artista Quando Jovem» aparece em 1916. Mas Joyce só alcança fama internacional em 1922, com a publicação de «Ulisses», citado habitualmente como um dos dois ou três maiores romances do século XX.

Cercado pela família e um pequeno círculo de amigos, Joyce trabalha durante 17 anos no seu último livro, «Finnegans Wake» (1939), uma grande comédia escrita em linguagem toda própria. «Ulisses» é o livro do dia: 24 horas na vida de um homem comum. «Finnegans Wake» é o da noite: as camadas mais fundas da consciência recriadas numa profusão de línguas.

Depois de viver 20 anos em Paris, quando os alemães invadem a França no início da Segunda Guerra Mundial, Joyce refugia-se em Zurique, onde morre, em 1941.
Fonte: UOLEducação

MÚSICA DE CÂMARA XX

No escuro pinhal,
     Na sombra fria,
Aos dois eu punha   
     No pleno dia.

Quão doce beijar,
     Pôr-se ali,                                     
Onde os pinhos altos
     Se enavilham!         

Teu beijo pousando
     E mais tenro
Junto ao caos macio
     Dos cabelos.                        

Ó, no bosque dos pinhos,
     No dia ao meio,
Vem junto agora, 
     Amor, ao pleno. 

James Joyce

COLUNAS EVOCADAS

As letras do mundo tornaram-se etéreas.
Serifas de mármore, sólidas hastes
Erguidas nas rochas e postas nos ápices
Ascenderam como as colunas na história
Da casa da Virgem, que ascendeu ao céu
E pousou no alto da colina em Loreto.
Elevei o olhar num delirante credo
E vi o que subsiste à tradução fiel.

James Joyce

CHUVA CONGELADA

Reduzo a cascata a um candelabro, fios
De luz, ossos descarnados pelo gelo
Que se refazem nas bandagens de vidro
E, onde o lago age como nível de bolha,
Guardo bolsas de ar para que a lontra viva.
Aumento uma a uma as lâminas de grama
Com brotos, chuva congelada e sincelos,
Polegar, dedos que apontam o degelo
Derretem, entre o lábio e a língua, até o âmago
Enquanto o vento toca órgão nos ramos.

James Joyce

MÚSICAS DO MUNDO

E a música de hoje é...

URIAH HEEP - «Easy Livin»

Poet'anarquista


VIDA FÁCIL

Esta é uma coisa que tenho
Jamais vista
É chamada vida fácil
Este é um lugar
Que eu nunca vi
E eu fui perdoado

Vida fácil e fui perdoado
Desde que você tenha tomado
Seu lugar no meu coração

Em algum lugar, ao longo da estrada solitária
Eu tentei te encontrar
Dia após dia naquela estrada tempestuosa
Eu andei atrás de você

Vida fácil e fui perdoado
Desde que você tenha tomado
Seu lugar no meu coração

Esperando, assistindo
Querendo mudar toda a minha vida
Sonhando, pensando
Pronto para os meus dias felizes
E alguma vida fácil

Uriah Heep

domingo, 26 de fevereiro de 2012

PINTURA - HONORÉ DAUMIER

O pintor francês Honoré-Victorien Daumier, nasceu em Marselha a 26 de Fevereiro de 1808. Foi igualmente um caricaturista, chargista e ilustrador, tendo ficado conhecido como o «Michelangelo da Caricatura». É considerado um dos mestres da litografia e um dos grandes pioneiros do naturalismo. Daumier faleceu em Valmondois, a 10 de Fevereiro de 1879.
Poet'anarquista
Honoré Daumier
Pintor Francês

«Auto-Retrato»
Daumier
BREVE HISTORIAL

Pintor francês nascido em Marselha, considerado no seu tempo apenas um caricaturista político, com o tempo passou a ser visto como um dos mais importantes representantes da tendência realista que dominou a pintura francesa em meados do século XIX.

Radicado com a família em Paris (1815), onde frequentou a Academia de Belas-Artes e foi influenciado, principalmente por Rubens e Rembrandt, e das gentes pitorescas das ruas de Paris.

Embora tenha realizado muitas xilogravuras, o seu principal meio de expressão foi a litografia, produzindo cerca de quatro mil peças, a maior parte delas de conteúdo satírico social e político. As suas ilustrações e charges começaram a aparecer em «La Caricature», publicação de sátira política (1830). Uma sátira a Luís Filipe valeu-lhe seis meses de prisão (1832) e com a ascensão do regime autoritário de Napoleão III, a sua carreira de chargista foi definitivamente interrompida.

Em 1848 retirou-se para Valmondois , onde permaneceu até ao fim da sua vida, dedicando-se à pintura de cenas rústicas, explicitando costumes e conteúdo social.
Fonte: NetSaber
«A República»
Daumier

«Revolta»
Daumier

«Os Fugitivos»
Daumier

«Vagão de 3ª Classe»
Daumier

«No Teatro»
Daumier

«Dois Escultores»
Daumier

«Dom Quixote»
Daumier

«Esse Homem»
Daumier

«REALISMO/ NATURALISMO»
HONORÉ DAUMIER

MÚSICAS DO MUNDO

E a música de hoje é... 
(Dedicada à conterrânea L...)

TRÊS CANTOS - «Olha o Fado»

Poet'anarquista


«OLHA O FADO»

Eu cá sou dos Fonsecas
Eu cá sou dos Madureiras
De ferro o puro sangue
O que me corre nas veias
Nasci da paixão temporal
Do porto dos vendavais
Cresço no fragor da luta
Numa força bruta
P'ra além dos mortais
Mas tenho muitas saudades
Certas penas e desejos
E aquela louca ansiedade
Como um pecado
Meu amor se te não vejo

Olha o fado

Ora é tão vingativo
Ora é tão paciente
Amanhã é comedor
Hoje abstinente
Mentiroso alcoviteiro
Doce e verdadeiro
Uma vez conquistador
Outra vez vencido
Amanhã é navegante
Hoje é desvalido
Sensual aventureiro
Doido e bandoleiro
Somos capitães
Somos Albuquerques
Nós somos leões
Os lobos do mar
De olhos pregados nos céus
De cima dos chapitéus

Somos capitães
Somos Albuquerques
Nós somos leões
Os lobos do mar
E na verdade o que vos dói
É que não queremos ser heróis

Três Cantos

José Mário Branco/ Sérgio Godinho/ Fausto

sábado, 25 de fevereiro de 2012

CARTOON versus QUADRA

De Recurso em Recurso
HenriCartoon

«DE RECURSO EM RECURSO…»

-De recurso em recurso
Vou saltando mais um barranco...

-Cega justiça, anda ao inverso,
É muito lenta p’ra ser franco!!

POETA

POESIA - MÁRIO DE ANDRADE

O poeta brasileiro Mário Raul de Moraes Andrade nasceu em São Paulo, a 9 de Outubro de 1893. Igualmente romancista, musicólogo, historiador, crítico de arte e fotógrafo, foi um dos fundadores do modernismo no Brasil. A criação da poesia moderna brasileira deve muito à publicação, em 1922, do seu livro «Paulicéia Desvairada». Mário de Andrade faleceu a 25 de Fevereiro de 1945, na sua cidade natal.
Poet'anarquista
Mário de Andrade
Poeta Brasileiro

Eu sou um escritor difícil
Que a muita gente enquisila,
Porém essa culpa é fácil
De se acabar de uma vez:
E só tirar a cortina
Que entra luz nesta escuridez.

(A Costela de Grão Cão)

Mário de Andrade 
BIOGRAFIA

Nascimento e morte - Mário Raul de Moraes Andrade nasceu na cidade de São Paulo, na Rua Aurora, no dia 9 de outubro de 1893. Faleceu na sua cidade natal, em 25 de fevereiro de 1945. 

Música – Em 1911, entrou para o Conservatório Dramático e Musical de São Paulo, diplomando-se como professor de piano em 1917 (ano em que publicou o primeiro livro). 

Estreia – Em 1917, estreou na literatura com «Há uma gota de sangue em cada poema», um livro de poesias parnasianas inspirado na Primeira Guerra Mundial. 

Preparativos para o Modernismo – A partir da primeira obra, Mário de Andrade não deixou mais o palco das actividades literárias e artísticas, destacando-se, nos anos que se seguiram, como o principal animador do movimento que marcaria a história cultural do Brasil – a Semana de Arte Moderna, realizada em 1922. 

Inciador do Modernismo – No mesmo ano da «Semana» (1922), Mário publicou «Paulicéia Desvairada», livro de poemas logo acatado como marco do Modernismo brasileiro. A parte mais importante da obra chama-se «Prefácio Interessantíssimo» em que o autor declara a fundação do «Desvairismo». 

Professor de História da Música – Ainda em 1922, foi nomeado para a cátedra de História da Música e da Estética, no Conservatório Dramático e Musical de São Paulo. Não abandonou, porém, a literatura, participando activamente da efervescência artística, ideológica e até política daqueles anos. 

Ensaio de teoria poética – Em 1925, publica a obra «A escrava que não é Isaura», verdadeira súmula da teoria poética modernista. 

Fim da fase radical – Em 1926, Mário de Andrade publica os livros «Losango Cáqui» (poesias) e «Primeiro Andar» (contos), encerrando, segundo os estudiosos da sua obra, a fase mais radical e experimentalista. 

Obras importantes – Em 1927, Mário de Andrade publicou «Amar», verbo intransitivo marcando a sua estreia no romance. Em 1928, publicou a sua obra mais lida e admirada, «Macunaíma» (rapsódia). 

«Eu sou trezentos» – Deduz-se dessa frase que Mário de Andrade foi um autor de múltiplas actividades intelectuais. Foi grande poeta, ensaísta, folclorista, crítico de arte e de literatura, além de ficcionista. 

Morte aos 51 – Mário de Andrade faleceu na sua cidade natal, em 25 de fevereiro de 1945, aos 51 anos de idade.
Fonte: www.colegioweb.com.br

ODE AO BURGUÊS

Eu insulto o burgês! O burguês-níquel,
o burguês-burguês!
A digestão bem feita de São Paulo!
O homem-curva! o homem-nádegas!
O homem que sendo francês, brasileiro, italiano,
é sempre um cauteloso pouco-a-pouco!

Eu insulto as aristocracias cautelosas!
os barões lampiões! os condes Joões! os duques zurros!
que vivem dentro de muros sem pulos,
e gemem sangues de alguns mil-réis fracos
para dizerem que as filhas da senhora falam o francês
e tocam os “Printemps” com as unhas!

Eu insulto o burguês-funesto!
O indigesto feijão com toucinho, dono das tradições!
Fora os que algarismam os amanhãs!
Olha a vida dos nossos setembros!
Fará Sol? Choverá? Arlequinal!
Mas à chuva dos rosais
O êxtase fará sempre Sol!

Morte à gordura!
Morte às adiposidades cerebrais
Morte ao burguês-mensal!
Ao burguês-cinema! ao burguês-tílburi!
Padaria Suissa! Morte viva ao Adriano!
“Ai, filha, que te darei pelos teus anos?
 Um colar… conto e quinhentos!!!
Mas nós morremos de fome!”

Come! Come-te a ti mesmo, oh! gelatina pasma!
Oh! purée de batatas morais!
Oh! cabelos nas ventas! oh! carecas!
Ódio aos temperamentos regulares!
Ódio aos relógios musculares! Morte à infâmia!
Ódio à soma! Ódio aos secos e molhados!
Ódio aos sem desfalecimentos nem arrependimentos,
sempiternamente as mesmices convencionais!
De mãos nas costas! Marco eu o compasso! Eia!
Dois a dois! Primeira posição! Marcha!
Todos para a Central do meu rancor inebriante!

Ódio e insulto! Ódio e raiva! Ódio e mais ódio!
Morte ao burguês de giolhos,
cheirando religião e que não crê em Deus!
Ódio vermelho! Ódio fecundo! Ódio cíclico!
Ódio fundamento, sem perdão!

Fora! Fu! Fora o bom burguês!…

Mário de Andrade

EU SOU TREZENTOS...

Eu sou trezentos, sou trezentos-e-cinquenta,
As sensações renascem de si mesmas sem repouso,
Ôh espelhos, ôh! Pirenéus! ôh caiçaras!
Se um deus morrer, irei no Piauí buscar outro!

Abraço no meu leito as melhores palavras,
E os suspiros que dou são violinos alheios;
Eu piso a terra como quem descobre a furto
Nas esquinas, nos táxis, nas camarinhas seus próprios beijos!

Eu sou trezentos, sou trezentos-e-cinquenta,
Mas um dia afinal eu toparei comigo...
Tenhamos paciência, andorinhas curtas,
Só o esquecimento é que condensa,
E então minha alma servirá de abrigo. 

Mário de Andrade 

DESCOBRIMENTO

Abancado à escrivaninha em São Paulo
Na minha casa da rua Lopes Chaves
De supetão senti um Friúme por dentro.
Fiquei trémulo, muito comovido
Com o livro palerma olhando pra mim.

Não vê que me lembrei que lá no Norte, meu Deus!
Muito longe de mim
Na escuridão activa da noite que caiu
Um homem pálido magro de cabelo escorrendo nos olhos,
Depois de fazer uma pele com a borracha do dia,
Faz pouco se deitou, está dormindo.

Esse homem é brasileiro que nem eu.

Mário de Andrade

MÚSICAS DO MUNDO

E a música de hoje é...

THE PLASTIC ONO BAND - «Give Peace a Chance»

Poet'anarquista


DAR UMA CHANCE À PAZ

Dois, um dois três quatro
Todo mundo está falando
Bagism, Shagism, Dragism, Madism, Ragism, Tagism
Este ismo, que ismo, é-m, é-m, é-m.

Tudo o que estamos dizendo é dar uma chance à paz
Tudo o que estamos dizendo é dar uma chance à paz

Todo mundo está falando de Ministros,
Sinistros, corrimãos e latas
Bispos e Fishops e rabinos e os olhos Pop,
E bye bye, bye byes.

Tudo o que estamos dizendo é dar uma chance à paz
Tudo o que estamos dizendo é dar uma chance à paz

Deixe-me dizer-lhe agora
Todo mundo está falando
Revolução, evolução, masturbação,
Regulação Flagelação, integrações,
Meditações, das Nações Unidas,
Parabéns.

Todo mundo está falando
John e Yoko, Timmy Leary, Rosemary,
Tommy Smothers, Bobby Dylan, Tommy Cooper,
Derek Taylor, Norman Mailer,
Alan Ginsberg, Hare Krishna,
Hare, Hare Krishna

Tudo o que estamos dizendo é dar uma chance à paz
Tudo o que estamos dizendo é dar uma chance à paz

The Plastic Ono Band

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

MÚSICAS DO MUNDO

E a música de hoje é...
(Com dedicatória a João Paulo Galhardas que a cantou na perfeição às seis da manhã, com um grupo de amigos na Arca da Fonte. Tenho o CD em meu poder onde João Paulo canta «Na Catedral de Lisboa», aguardo que o amigo Bolicau me diga como fazer para publicar no Poet'anarquista)

ZECA AFONSO - «Na Catedral de Lisboa»

Poet'anarquista


NA CATEDRAL DE LISBOA

Na Catedral de Lisboa
Sinto os sinos repicar
Serão anos de princesa
De algum santo a festejar

É a rainha que parte
Até às terras de Tomar
Na Catedral de Lisboa
Sinto os sinos repicar

Em formoso palafrém
Bem a vejo cavalgar
Um mui brilhante cortejo
Atrás dela a caminhar

Segue a estrada que vai ter
Até às terras de Tomar
Em formoso palafrém
Bem o vejo cavalgar

Dizem que a nossa rainha
O vem hoje visitar
Mal haja quem a conduz
a um tal coito se abrigar

Segue a estrada que vai ter
Até às terras de Tomar
Em formoso palafrém
Bem a vejo cavalgar

Zeca Afonso

POETAS DO CONCELHO D' ALANDROAL

XIV DÉCIMAS

Décimas populares pelo conterrâneo António Maria dos Santos Serra, nascido a 12 de Fevereiro de 1964 na Horta do Jarego de Cima, freguesia de Nossa Senhora da Conceição do concelho de Alandroal. De profissão cantoneiro de limpeza da Câmara Municipal de Alandroal, faz poesia desde os seus 13 anos de idade.
Poet'anarquista
António Maria dos Santos Serra
Poeta Popular

Mote

Quem tem olivais tem vinho
Quem tem vinhas tem azeite
Quem tem vacas tem toucinho
E quem tem porcas tem leite.

Glosas

Eu já vi um burro ir à escola
E um porco a voar
Já vi um mudo a cantar
E uma lebre a pedir esmola.
Já vi uma galinhola
À pesca num ribeirinho
Também já vi num moinho
Ratas moerem farinha,
Isto é obra cá minha
Quem tem olivais tem vinho.

Já vi cágados de avião
Já vi pintos a nadar
Vi caraças a lavrar
E um gato a morder num cão.
Já vi dar um lambadão
Por um valente cacete
Foi uma vez num bufete
Que um comeu e não pagou,
E, ai tantas que levou!
Quem tem vinhas tem azeite.

Vi um golfinho na barragem
A conduzir um autocarro
E fumando um cigarro
Quando ia na viagem.
Foi lá naquela paragem
Que eu vi um porco-espinho
Ia a cavalo num estorninho
E este ia as asas batendo,
Por isso estou-lhes dizendo
Quem tem vacas tem toucinho.

Vi andar a semear
Favas com um chouriço
E também vi num cortiço
Uma flosa a crestar.
Vi andar a passear
Um tubarão num corete*
Eu vi andar um estafete**
Que andava a correr parado,
Aqui está o resultado
E quem tem porcas tem leite.

António Serra
  *Coreto
**Estafeta

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

CARTOON versus QUADRA

A Avaliação dos Portugueses
HenriCartoon

«A AVALIAÇÃO DOS PORTUGUESES»

Passos Fedelho, a tua desgovernação
Tem sido horrorosamente desastrosa,
E a alternativa que tenho aqui à mão
Seguramente seria ainda mais ruinosa!

POETA

25 ANOS DEPOIS...

Vinte e cinco anos depois da morte de Zeca Afonso (23 de Fevereiro de 1987), Poet'anarquista recorda mais uma vez no espaço Amigos d'Arte o grande homem e cantor de intervenção na sua luta contra o fascismo, e depois do 25 de Abril contra a corrupção que se foi instalando no poder dito democrático. Para saber um pouco mais sobre a vida e obra deste autor português podem consultar a publicação de 23 de Fevereiro de 2011 com o título «MÚSICA - ZECA AFONSO», de 20 de Abril de 2010 com o título «Revolução dos Cravos II», de 3 de Dezembro de 2011 com o título «MÚSICAS DO MUNDO», de 25 de Outubro de 2011 com o título «MÚSICAS DO MUNDO», de 19 de Maio de 2011 com o título «CATARINA EUFÉMIA», de 22 de Abril de 2010 com o título «Revolução dos Cravos V», de 21 de Outubro de 2011 com o título «MÚSICAS DO MUNDO» e de 23 de Dezembro de 2010 com o título «NATAL DOS SIMPLES»
Poet'anarquista
«25 ANOS DEPOIS NO POET'ANARQUISTA»
 ZECA AFONSO

COMÉDIA NO FÓRUM

«Duas Horas Sorrindo»
Fórum Cultural de Alandroal

Alandroal Recebe Noite de Comédia No Próximo dia 24 de Fevereiro

O Fórum Cultural e Transfronteiriço de Alandroal recebe, no próximo dia 24 de Fevereiro, o espectáculo de comédia “Duas Horas Sorrindo”, com a presença dos artistas Serafim, Augusto Corujo, João Ficalho e José Carlos.

Com início marcado para as 21:30 horas, o espectáculo, que faz parte da rede cultural Teias, promete intensos momentos de humor e boa disposição, para toda a família. A Câmara Municipal de Alandroal convida-o a assistir a este divertido espectáculo, que vai aliar a comédia e a música.

Recorde-se que o projeto Teias teve início em 2011 e continuará a desenvolver-se este ano, proporcionando a programação cultural em rede nos municípios do distrito de Évora e no município de Palmela, com o financiamento do programa INAlentejo.
Fonte: gabinete imprensa/cmalandroal

VI PASSEIO «TT» SANTIAGO MAIOR

«Por Trilhos de Santiago»
VI Passeio «TT»

Passeio TT “Por Trilhos de Santiago” no Próximo Dia 26 de Fevereiro

O passeio TT “Por Trilhos de Santiago” vai voltar a sair para a estrada, no próximo dia 26 de Fevereiro. Promovido pelo Clube de Todo o Terreno Por Trilhos de Santiago, com o apoio do Município de Alandroal, a iniciava vai já na sua XI edição e vai contar com a participação de várias dezenas de motards.

Segundo a organização, “além de pretender ser um ponto de encontro privilegiado, entre os amantes do Todo-o-Terreno, este passeio tem ainda como objectivo a promoção do nosso Concelho, da nossa Cultura e Gastronomia. Além disso é preciso lembrar que estamos muito perto do maior lago artificial da Europa, a Albufeira de Alqueva, e isso também marca fortemente este passeio”, concluem os elementos da organização.

Para o Município de Alandroal este tipo de iniciativas são claramente uma mais-valia para o nosso Concelho, uma vez que promovem aquilo que de melhor temos para oferecer, seja a nossa gastronomia, a hospitalidade, a qualidade ambiental, ou a beleza das nossas paisagens.

Para a edição de 2012, a organização preparou um percurso dinâmico e diversificado, onde a beleza natural estará sempre presente. A inscrição para este passeio, um dos mais antigos da região, têm um custo de 20 Euros e incluem pequeno-almoço, almoço, seguro e dão ainda direito à participação no sorteio de artigos de todo o terreno. Os interessados em participar nesta aventura deverão contactar a organização através do telemóvel 963731651 ou do email marcio.rosado@sapo.pt.
Fonte: gabinete imprensa/cmalandroal

MÚSICAS DO MUNDO

E a música de hoje é...

PRINCE - «The U One Wanna C»

Poet'anarquista

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

POP ARTE - ANDY WARHOL

Grande figura norte-americana do movimento «Pop Art», Andy Warhola, mais conhecido por Andy Warhol, nasceu em Pittsburgh a 6 de Agosto de 1928. Foi igualmente empresário e cineasta, e o grande mentor da famosa banda «The Velvet Underground». Warhol faleceu em Nova Jersey, a 22 de Fevereiro de 1987.
Poet'anarquista
Andy Warhol
Artista Norte-Americano

«Auto-Retrato»
Andy Warhol
BIOGRAFIA

Andrew Warhol é o artista mais conhecido da pop art e um dos mais polifacetados desse movimento.

Depois de estudar desenho, trabalhou como desenhista publicitário em Nova York. No final dos anos de 1950, já utilizava nas suas obras motivos oriundos da publicidade, empregando tintas acrílicas.

Nos anos de 1960, escolheu como tema para o seu trabalho artigos de consumo cotidiano, como latas de sopa e garrafas de Coca-Cola; ídolos populares, como Marilyn Monroe e Elvis Presley; e imagens da história da arte, como a Mona Lisa, reproduzindo-as em série com diversas variações cromáticas.

Warhol refletiu também a imagem mais negativa da moderna sociedade norte-americana (distúrbios raciais e execuções capitais), fazendo uso de materiais acrílicos, combinados com a técnica de colagem. As suas ideias artísticas e os seus filmes underground, atingindo até 25 horas de duração, materializavam-se no seu ateliê nova-iorquino, onde trabalhava com amigos e colaboradores.

A partir de 1970, empreendeu diversas experiências multimídia com o grupo de rock Velvet Underground. Embora rejeitando uma arte subjetiva e comprometida (queria ser uma máquina), a sua obra serviu para julgar, de um ponto de vista crítico, a moderna sociedade industrial. Baseando-se no dadaísmo, Warhol desenvolveu novas formas de integração entre os conceitos plásticos e a realidade.
Fonte: NetSaber
«Crânio»
Andy Warhol

«Bruxa Malvada»
Andy Warhol

«Marilyn Monroe»
Andy Warhol

«Jackie Kennedy»
Andy Warhol

«Ingrid Bergman»
Andy Warhol

«John Lennon»
Andy Warhol

«Prince»
Andy Warhol

«Mao-Tsé-Tung»
Andy Warhol

«POP ARTE»
ANDY WARHOL

MÚSICAS DO MUNDO

E a música de hoje é...

VINÍCIUS E TOQUINHO - «Marcha da 4ª Feira de Cinzas»

Poet'anarquista


MARCHA DA 4ª FEIRA DE CINZAS

 Acabou nosso carnaval
Ninguém ouve cantar canções
 Ninguém passa mais brincando feliz
 E nos corações
 Saudades e cinzas foi o que restou

 Pelas ruas o que se vê
 É uma gente que nem se vê
 Que nem se sorri
 Se beija e se abraça
 E sai caminhando
 Dançando e cantando cantigas de amor

 E no entanto é preciso cantar
 Mais que nunca é preciso cantar
 É preciso cantar e alegrar a cidade

 A tristeza que a gente tem
 Qualquer dia vai se acabar
 Todos vão sorrir
 Voltou a esperança
 É o povo que dança
 Contente da vida, feliz a cantar

Porque são tantas coisas azuis
 E há tão grandes promessas de luz
 Tanto amor para amar de que a gente nem sabe

 Quem me dera viver pra ver
 E brincar outros carnavais
 Com a beleza dos velhos carnavais
 Que marchas tão lindas
 E o povo cantando seu canto de paz
 Seu canto de paz

Vinícius e Toquinho

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

CARTOON versus QUADRA

Teso e Bem Disposto
HenriCartoon

«TESO E BEM DISPOSTO»

No Carnaval teso e bem disposto
Como manda o folião da Madeira...
O Rei vai nu, com muito gosto,
Sempre pronto p'rá brincadeira!

POETA

CARTOON versus QUADRA

Carnaval dos Pobres
HenriCartoon

«CARNAVAL DOS POBRES»

Sou pobre, mas não sou cego,
Deus deu-me olhos foi p’ra ver...
Estou vendo um rico pego,
Alguma coisa há-de escorrer!

POETA

CARTOON versus QUADRA

Tolerância e Ponto
HenriCartoon

«TOLERÂNCIA E PONTO»

Folgar ou não… eis a questão,
Intolerância pelo carnaval…
Marca-se o ponto na ocasião
E assim ninguém leva a mal!

POETA

BRASIL - CARNAVAL SÃO PAULO 2012

Desfile Escola de Samba «Gaviões da Fiel»/ Homenagem a Lula Inácio da Silva.
Poet'anarquista

MÚSICAS DO MUNDO

E a música de hoje é...

 BRASIL - «Batucadas de Carnaval»

Poet'anarquista

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

MÚSICAS DO MUNDO

E a música de hoje é...

CESÁRIA ÉVORA - «Carnaval de São Vicente»

Poet'anarquista


CARNAVAL DE SÃO VICENTE

J'a'm conchia São Vicente
Na sê ligria na sê sabura
Ma 'm ca pud fazê ideia
S'na carnaval era mas sab

São Vicente é um brasilin
Chei di ligria chei di cor
Ness três dia di loucura
Ca ten guerra ê carnaval
Ness morabeza sen igual

Nô ten un fistinha mas sossegod
Ca bô exitá bô podê entrá
Coque e bafa ca ta faltá
Hôje é dia di carnaval

São Vicente é um brasilin
Chei di ligria chei di cor
Ness três dia di loucura
Ca ten guerra ê carnaval
Ness morabeza sen igual

Cesária Évora

domingo, 19 de fevereiro de 2012

PINTURA - CHARLES DAUBIGNY

O pintor francês Charles-François Daubigny, nasceu em Paris a 15 de Fevereiro de 1817. Foi considerado como um dos grandes precursores do impressionismo, tendo sido aluno da famosa «Escola de Barbizon». Influenciado pelo movimento realista, entre 1830 e 1870, na vila de Barbizon perto da Floresta Fontainebleau em França, precisamente na «Escola de Barbizon», tornou-se um pintor da natureza  a tempo inteiro. A sua obra nesta fase incide muito sobre temas como paisagens, pôr-do-sol, rios e bancos de rios, entre outros. Daubigny faleceu em Paris, a 19 de Fevereiro de 1878.
Poet'anarquista
Charles Daubigny
Pintor Francês

«Retrato de Daubigny»
 Por Leopol Massard
BIOGRAFIA

Charles-François Daubigny (Paris, 15 de Fevereiro de 1817 - Paris, 19 de Fevereiro de 1878) foi um dos pintores da escola de Barbizon, e é considerado um importante precursor do impressionismo. 

Daubigny nasceu numa família de pintores e foi ensinado na arte da pintura por seu pai Edmond François Daubigny, assim como pelo seu tio, o miniaturista Pierre Daubigny. 

Inicialmente Daubigny pintava ao estilo tradicional, mas em 1843 isso mudou após se instalar em Barbizon para trabalhar na natureza. 


Ainda mais importante foi o seu encontro com Camille Corot em 1852 em Optevoz (Isère). No famoso barco Botin, que ele  transformou no seu estúdio, pintou ao longo do Sena e Oise, muitas vezes, na região de Auvers. 

De 1852 em diante teve a influência de Gustave Courbet, e o seu estilo foi mais  na direção do que mais tarde se tornaria o impressionismo. 

Em 1866 Daubigny visitou a Inglaterra, e voltou mais tarde por causa da guerra Franco-Prussiana, em 1870. Em Londres conheceu Claude Monet, e juntos partiram para a Holanda.Voltou a Auvers onde conheceu Paul Cézanne, outro importante impressionista. 

Supõe-se que estes pintores mais jovens foram influenciados por Daubigny.
Fonte: biographybase
«Pôr-de-Sol em Banco no Rio»
Daubigny

«A Aldeia de Optevoz pela Manhã»
Daubigny

«Barcos no Rio Oise»
Daubigny

«Pôr-de-Sol»
Daubigny

«A Cachoeira de Mahoura»
Daubigny

«Pôr-de-Sol na Praia»
Daubigny

«Rio ao Luar»
Daubigny

«IMPRESSIONISMO»

CHARLES DAUBIGNY

CARNAVAL NO CONCELHO

Carnaval no Concelho de Alandroal
Cartazes de Programação

Actividades Carnavalescas Animam Fim-de-Semana

A Câmara Municipal de Alandroal dá-lhe a conhecer algumas das actividades de que poderá disfrutar por estes dias.

Alegria, animação e cor vão ser as notas dominantes neste fim-de-semana, seja em bailes, desfiles, concursos de máscaras, etc.

Participe nas actividades, que acontecerão um pouco por todo o concelho, e divirta-se junto da família ou amigos.
Fonte: gabinete.imprensa/cmalandroal 

MÚSICAS DO MUNDO

E a música de hoje é...

CHICO BUARQUE - «Vai Passar»

Poet'anarquista


VAI PASSAR

Vai passar nessa avenida um samba popular
Cada paralelepípedo da velha cidade essa noite vai se arrepiar
Ao lembrar que aqui passaram sambas imortais
Que aqui sangraram pelos nossos pés
Que aqui sambaram nossos ancestrais
Num tempo página infeliz da nossa história,
passagem desbotada na memória
Das nossas novas gerações
Dormia a nossa pátria mãe tão distraída
sem perceber que era subtraída
Em tenebrosas transações
Seus filhos erravam cegos pelo continente,
levavam pedras feito penitentes
Erguendo estranhas catedrais
E um dia, afinal, tinham o direito a uma alegria fugaz
Uma ofegante epidemia que se chamava carnaval,
o carnaval, o carnaval
Vai passar, palmas pra ala dos barões famintos
O bloco dos napoleões retintos
e os pigmeus do boulevard
Meu Deus, vem olhar, vem ver de perto uma cidade a cantar
A evolução da liberdade até o dia clarear
Ai que vida boa, ô lerê,
ai que vida boa, ô lará
O estandarte do sanatório geral vai passar
Ai que vida boa, ô lerê,
ai que vida boa, ô lará
O estandarte do sanatório geral... vai passar

Chico Buarque

sábado, 18 de fevereiro de 2012

A ARTE DE MAX KLINGER

Max Klinger foi um pintor simbolista alemão, escultor e artista gráfico. Nasceu em Leipzig, a 18 de Fevereiro de 1857, e a sua obra escultórica teve muitas influências no grande escultor francês Auguste Rodin. Foi em Paris que Max Klinger conheceu Rodin e se começou a interessar pela arte da escultura. Klinger faleceu em Grossjena, a 4 de Julho de 1920.
Poet'anarquista
Max Klinger
Pintor, Escultor e Artista Gráfico Alemão
BREVE NOTA

Max Klinger nasceu em Leipzig no ano de 1857, e  morreu em Grossjena no ano de 1920. Foi um escultor, pintor e gravador alemão. 

Frequentou a Escola de Belas Artes em Karlsruhe onde foi um aluno de Gussow. Em Berlim trabalhou no estúdio de Bocklin. 

Começou a sua carreira como gravador e pintor mas, mais tarde, após uma estadia em Paris e Roma, foi influenciado por Rodin tornando-se interessado na escultura.

Algumas das suas obras mais notáveis ​​nesta área são um «Monumento a Beethoven» em Leipzig (1902) e «A Cabeça de W. Wundt» (1908).
Fonte: biografia&vidas
«Detalhe - Trabalho, Riqueza e Beleza»
Max Klinger

«A Sereia»
Max Klinger

«A Hora Azul»
Max Klinger

«Crucificação de Cristo»
Max Klinger

«Simplício Aprende a Escrita»
Max Klinger

«Brahms»
Max Klinger

«Busto de Nietzsche»
Max Klinger

«Kassandra»
Max Klinger

«Monumento a Beethoven»
Max Klinger