sexta-feira, 13 de agosto de 2010

DIA DE CANHOTOS

13 de Agosto dia  CANHOTO
 
Banda Desenhada

Canhotos pensam mais rápido dos que os destros, diz estudo
Especialistas portugueses avisam que, no entanto, faltam mais estudos para provar esta teoria

Um estudo publicado na revista «Neuropsychology» sugere que os canhotos pensam mais rápido dos que os destros, mas especialistas portugueses apontam que faltam mais estudos que comprovem essa teoria, apesar de haver a percepção de muitos sobredotados serem esquerdinos.

O estudo da Associação Americana de Psicologia indica que os canhotos são mais rápidos no processamento de múltiplos estímulos cerebrais do que os destros. 

O neuropsicólogo e membro do Instituto da Inteligência Nelson Lima explicou que essa teoria pode ser verdadeira, mas sublinhou que «varia de caso para caso porque cada pessoa tem uma estrutura cerebral e um funcionamento muito particular». 

«De facto há estudos que apontam para a hipótese de que os esquerdinos tenham uma rapidez de raciocínio em determinadas áreas, especificamente no raciocínio lógico matemático e também na inteligência verbal e na inteligência espacial, mas isto carece de novos estudos que venham a confirmar», disse Nelson Lima.

O especialista acrescentou que o raciocínio lógico matemático é o que comanda a racionalidade, o pensamento objectivo, o planeamento ou a rapidez de resposta nas actividades que exijam menos envolvimento emocional e a inteligência espacial a capacidade para nos orientarmos no espaço que nos rodeia.

«Aparecem muitos esquerdinos com essas habilidades mais desenvolvidas do que pessoas com igual nível de inteligência, mas que não são esquerdinos», revelou.

Apontou igualmente que em faixas etárias mais baixas, ou seja, nas crianças, há muitos esquerdinos que são sobredotados.

«Não quer dizer que haja mais esquerdinos sobredotados do que destros, mas o que acontece é que dentro dos esquerdinos há um elevado número de crianças sobredotadas e este simples facto dá que pensar, mas carece de maior investigação para tentar perceber porque é que isso acontece», defendeu Nelson Lima, acrescentando não haver dados estatísticos concretos.

Para o presidente da Sociedade Portuguesa de Neurologia (SPN), é preciso ser cauteloso ao dar relevância a este tipo de estudos porque não foi replicado e «na prática não têm qualquer relevância».

«A maior parte da informação que existe sobre as características da inteligência ou características intelectuais distintas nos destros ou nos canhotos são de uma maneira geral de pequena dimensão e cuja validade é questionável», defendeu Joaquim Ferreira.

O médico explicou que ser canhoto é um dado importante quando se constrói o historial clínico porque «a distribuição das funções do cérebro nos doentes esquerdinos e nos doentes destros é diferente» e esse é um dado que tem peso de decisão quando o paciente tem lesões cerebrais.

«Eu não conheço o estudo, mas é preciso cuidado ao extrapolar informação de estudos com pequenas amostras, na maior parte dos casos com testes neuropsicológicos cuja validade não está demonstrada e cujas conclusões têm de ser lidas com cuidado porque muitas vezes são aspectos mais de curiosidade», sublinhou Joaquim Ferreira.

O presidente da SPN entende, por isso, que «falta fazer estudos que tenham as amostras adequadas, com testes validados, cujos resultados sejam definitivos».
Fonte: tvi24

AMIGOS D'ARTE - MÚSICA

Fez ontém, dia 12 de Agosto de 2010, 50 anos do nascimento dos Beatles. Embora com um dia de atraso, Poet'anarquista associa-se à comemoração desta data com a publicação de um texto de Nuno Galopim, no DN ARTES, e um vídeo da banda rock de Liverpool.

12 de Agosto de 1960 
Os Beatles nasceram há 50 anos
Por NUNO GALOPIM

THE BEATLES
 John * Ringo * Paul * George

Num clube em Liverpool um grupo de jovens músicos encontrava um novo baterista. E logo depois mudava de nome. A partir de então passaram a apresentar-se como The Beatles, partindo quatro dias depois para Hamburgo para uma primeira temporada intensa de concertos que acabaria por representar um importante passo para uma carreira que, mesmo assim, poucos ainda adivinhavam que os transformaria na maior banda de todos os tempos.

12 de Agosto de 1960. Há precisamente 50 anos uma banda de quatro rapazes procurava um baterista em Liverpool. O dono de um clube em Hamburgo (na Alemanha) tinha pedido a um promotor local que encontrasse uma nova banda para uma temporada no seu palco. John, Paul, George e Stuart eram os escolhidos. Mas para fazer as malas e partir faltava-lhes apenas um pequeno pormenor: um baterista.

Um concerto cancelado tinha deixado uma noite livre para os músicos dos Silver Beatles (como então se chamavam). E num clube viram então um jovem baterista a dar uso ao kit que tinha comprado recentemente. Chamava-se Pete Best e era filho da dona do Cashbah, bar onde os músicos já tinham tocado e para o qual tinham até pintado as paredes. "Ele conseguia manter a batida durante muito tempo, e por isso ficámos com ele", recordam as palavras de John Lennon no livro auto-biográfico Anthology. E, de facto, no fim da noite Pete Best estava oficialmente no grupo. A outra novidade chegava com o nome da banda, que passava então a apresentar-se numa versão mais curta: simplesmente, The Beatles.

A aventura tinha começado em Março de 1957 com os The Quar- rymen e com John Lennon então como principal força-motriz. Paul McCartney chegou em Outubro e George Harrison em Fevereiro de 1958, mais músicos passando ainda pela banda. Houve outros nomes pelo caminho, de Johnny and The Moondogs a The Beatals, mais tarde The Silver Beatles. Com um baixista encontrado em Stuart Sutcliffe e, agora, um novo baterista, os Beatles viviam o dia um da sua existência já com uma agenda internacional. A partida para Hamburgo estava a dias de distância.

Paul McCartney pediu autorização ao pai. O 'sim' veio com recomendações e a necessária assinatura. E assim, a 16 de Agosto, acotovelaram-se na carrinha de Alan Williams (o promotor local que lhes dera o contrato) que, como George Harrison recorda em Anthology, nem sequer tinha assentos, obrigando-os a sentarem-se em cima dos amplificadores.

Rumaram primeiro à Holanda e seguiram para a Alemanha, chegando fora de horas a Hamburgo. Os clubes estavam já fechados, ninguém ficara à sua espera. E estava na hora de dormir. O dono do clube que os havia contratado acabou por levá-los para sua casa e, como recorda George Harrison na mesma autobiografia, nessa primeira noite dormiram todos numa mesma cama.

No dia seguinte davam a sua primeira actuação no Indra Club, mas o conforto do seu dia-a-dia não melhorou muito significativamente durante essa primeira temporada que viveram no bairro da lanterna vermelha de Hamburgo, o mítico Reeperbahn. Dormiam na sala de projecção de um pequeno cinema. E tocavam em sessões quase contínuas de quatro horas e meia aos dias de semana e de seis horas nos fins de semana. Foram ao todo 48 actuações, numa residência que se estenderia até 3 de Outubro e que, por queixas de ruído, os levaria a seguir depois para outro clube ali ao lado, o Kaiserkeller. Em Novembro, George era deportado por ser menor. Pete e Paul partiriam pouco depois. Lennon regressaria só em Dezembro.

Vivendo sobretudo de versões de standards, a temporada em Hamburgo não só tinha revelado primeiros sinais do verdadeiro potencial do grupo, como representaria uma verdadeira escola de palco. E quem os ouviu, pouco depois, em Liverpool, sentiu certamente que a banda tinha mudado. A história começava a escrever o seu nome.

 

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

QUADRA versus CARTOON

TEMPESTADE 

Tempestade num copo sem nada...
Forma encontrada muito subtil,
Pra fortalecer a posição desejada
Do presidente Gilberto Madaíl!

POETA

Tempestade Num Copo Sem Nada
HenricCartoon

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

CARTOON versus QUADRA

O Fim da Pandemia
HenriCartoon

FIM DA PANDEMIA

Triste gripe com pandemia
Deste mundo tão cedo partiste...
Chora a minha alma noite e dia
Por não saber se afinal existe!

POETA

POESIA

Um ano depois... 

DIÁRIO 
As Palavras 


ESCRITA

Tudo o que escrevo
É um segredo
Muito bem guardado?...

Se me envolvo
Nesse enredo
Ainda que cedo,

Metade devolvo...
Outra metade guardo
Em sentido figurado;

Quando resolvo
Escrever rimado
Fico pedrado...

Assim me comovo
Nesse estado
Quase passado!

Enfim!... Como novo
No altar sagrado
Escrevendo um fado!!!

Matias José (11-08-2009)

terça-feira, 10 de agosto de 2010

10 de Agosto de 1793

Em 1699, os artistas membros da Academia real de Pintura e de Escultura (fundada em 1648) expõem, pela primeira vez, na Grande Galeria do Palácio do Louvre, em Paris. Com a abertura, em 10 de Agosto de 1793, do Museu Central das Artes, nas instalações do Palácio do Louvre, este passa a acolher, em permanência, as mais variadas obras de arte, constituindo a génese do actual Museu do Louvre.
Fonte: O Leme 

MUSEU DO LOUVRE
10 Agosto 2010/ 10 Agosto 1793

217 ANOS AO SERVIÇO DA CULTURA

O Museu do Louvre (Musée du Louvre), instalado no Palácio do Louvre, em Paris, é um dos maiores e mais famosos museus do mundo. Localiza-se no centro de Paris, entre o rio Sena e a Rue de Rivoli. O seu pátio central, ocupado agora pela pirâmide de vidro, encontra-se na linha central dos Champs-Élysées, e dá forma assim ao núcleo onde começa o Axe historique (Eixo histórico).

É onde se encontra a Mona Lisa, a Vitória de Samotrácia, a Vénus de Milo, enormes coleções de artefatos do Egito antigo, da civilização greco-romana, artes decorativas e aplicadas, e numerosas obras-primas dos grandes artistas da Europa como Ticiano, Rembrandt, Michelangelo, Goya e Rubens, numa das maiores mostras do mundo da arte e cultura humanas. O museu abrange, portanto, oito mil anos da cultura e da civilização tanto do Oriente quanto do Ocidente.

O Louvre é gerido pelo estado francês através da Réunion des Musées Nationaux.

É sem dúvida o museu mais visitado do mundo, em 2007 teve 8,3 milhões de visitantes, em 2009 com 8,5 milhões.
Fonte: Wikipédia
 

SÉTIMA ARTE

Cinema no Alandroal, Praça da República, Jardim das Meninas 

Quinta-feira, 12 de Agosto 2010 pelas 21.30 horas

CINEMA
Alice no País das Maravilhas

Sinopse 

As aventuras de uma jovem garota, Alice (Mia Wasikowska) que, após cair no sono, acorda  num mundo mágico cheio de personagens estranhos, como o Chapeleiro Maluco (Johnny Depp), a Rainha Branca (Anne Hathaway) e a Rainha de Copas (Helena Bonham Carter). A escuridão está por todos os lados.

Título Original: Alice in Wonderland

Título Traduzido: Alice no País das Maravilhas

Gênero: Aventura

Duração: 1h34min

Ano de Lançamento: 2010

Direção: Tim Burton

CARTOON versus QUADRAS

Sondagens
HenriCartoon

SONDAGENS

Pedro Passos Coelho:

Nada como ir  à frente
Nas sondagens prás eleições
Vem lá longe, bem distante,
Uma sondagem de aldrabões!


José Sócrates:

Melhor é ter um nariz versátil...
O do Pinóquio sempre a crescer,
Prás mentiras sou muito hábil
E as sondagens hei-de vencer!!

POETA

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

CANTARES ALENTEJANOS

   Eu sou devedor à terra; a terra me está devendo; a terra paga-me em vida; eu pago à terra morrendo
 

O Cante Alentejano 

Esta é uma das passagens do canto alentejano que revela a forma de sentir do povo da planície. Um povo que, apesar de muitas vezes ser forçado a sair para procurar melhores condições de vida, continua a preservar o seu amor pela terra. Para o fazer sentir e demonstrar, o povo usa a voz e canta a saudade, as alegrias e as tristezas. No fundo, são cenas simples do quotidiano que são retratadas na voz, no semblante carregado e no embalar. 

A origem deste tipo de poesia cantada em que a voz é o único instrumento, ainda não está esclarecida. Há quem a atribua à  escola de canto popular que os frades da Serra de Ossa fundaram, primeiro em Évora e depois em Serpa: e há simplesmente, quem considere que a origem dos cantos alentejanos está no tempo em que se faziam tarefas agrícolas na grande planície. A isto não é alheia a própria configuração da paisagem: aglomerados pequenos e distâncias grandes, ao longo das quais se ia cantando, até chegar ao campo de trabalho. Por outro lado, durante o resto do tempo, o homem alentejano vivia em comunidade. Uma ida até a taberna era sempre uma boa ocasião para conviver com os amigos. Isto passava-se antigamente e é o que acontece ainda hoje em algumas, já poucas, terras alentejanas. 

E não se pense que é só cantar e pronto. Se há coisa que um alentejano preza é o saber cantar como manda a regra. Para isso são sempre necessários três elementos: a primeira voz, que inicia o canto e a que se dá o nome de ponto": a segunda voz, a que se dá o nome de alto e que é composta por duas pessoas que cantam uma oitava acima e o conjunto dos baixos', que é composta por um grupo que pode ir de quinze a vinte e cinco elementos. As modas alentejanas podem ser classificadas em dois grupos; as "modas de baile que são cantadas na altura dos Santos Populares e Carnaval, e ao som das quais se chegaram a fazer bailes: e as 'modas terra de barro', assim denominadas porque tal como a terra de barro é difícil de trabalhar, também estas modas são difíceis de cantar. São as modas de que os grupos se orgulham e que fazem questão de cantar quando está alguém de outro grupo por perto. É que existe uma grande rivalidade entre os vários grupos de cantares. Mas dizem os envolvidos na matéria que é uma rivalidade sã, que passa pelo orgulho de cantar melhor do que os outros e que provavelmente, até tem sido um dos motivos pelo qual o canto alentejano ainda continua bem vivo.

Como principais cantos alentejanos surgem-nos 'Ao romper da bela aurora, A ribeira do sol posto e o Passarinho, este último interpretado de formas diferentes por diversos grupos, o primeiro é um hino à vida e às suas coisas simples, como o ciclo do pastor que se levanta quando nasce o sol. O segundo está relacionado com o mistério das coisas... e o cantar da cigarra durante o verão que vai marcando o compasso do trabalhar da charrua e todo o ciclo próprio das coisas que são filtradas pela sensibilidade do alentejano.

Nesta grande planície feita de distâncias e mistério, de beleza e contrariedades,de partidas e saudade o rio Guadiana marca uma fronteira entre dois mundos do canto: na margem esquerda canta-se de forma mais lenta e compassada e a rainha do canto e a localidade de Cuba; na margem direita canta-se deforma mais andada e ritmada e é Serpa a senhora das melodias. O traje típico do alentejano quando canta é o fato domingueiro; a camisa, o colete e as calças finas. Existe, no entanto, uma excepção, que é o caso do grupo etnográfico "ceifeiros de cuba. Estes, tal como o próprio nome indica, vestem o fato de trabalho; calças, colete e camisa de fazenda grossa, pois como diz a expressão popular 'o que guarda o frio, guarda o calor.' Usam também os ceifões para proteger as pernas, os alforges, a foice, os canudos de cara para proteger os dedos durante a ceifa e a corna das azeitonas. Esta é a farda típica de trabalho que eles vestem sempre que a actuação é programada. No entanto sempre que o número de homens que se juntam na taberna é suficiente para lançar o mote e cantar uma modinha, eles não esperam para se fardar. É preciso é que haja gente suficiente para tal, pois caso contrário, os outros não esperam para os mandar calar. Se estiverem presentes elementos de grupos diferentes, é sempre dada a prioridade ao grupo que tiver maior número de elementos presentes.

Hoje já não é fácil angariar jovens para se unirem uns aos outros e cantarem as modas típicas da sua terra. Grande parte deles vão fugindo para o litoral ou para o estrangeiro em busca de melhores dias e os que ficam preferem dedicar o seu tempo livre à música popular portuguesa, acompanhada de cavaquinho ou bandolim. Enquanto isso, os mais velhos vão tentando preservar o património que herdaram e que guardam com muito orgulho. E assim vão cantando até que a voz lhes doa.
Fonte: Semibreves

GENTE NOSSA

Esta é a minha gente!...
Gente que não engana,
Porque canta e sente
A cantiga alentejana!!!


POETA
 

9 DE AGOSTO DE 2010

Dia Internacional dos Povos Indígenas – 9 de agosto de 2010

Povo Indígena do Brasil
Tribo Akuntsu 

Ban Ki-moon, Secretário-Geral das Nações Unidas
 
As populações indígenas do mundo preservaram uma vasta quantidade da história cultural da humanidade. Povos indígenas falam a maioria das línguas mundiais, herdaram e passaram adiante um rico conhecimento, formas artísticas e tradições religiosas e culturais. Neste Dia Internacional dos Povos Indígenas, reafirmamos o nosso comprometimento com o seu bem-estar.

A Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas pela Assembleia Geral em 2007, estabelece uma referência para os governos usarem, a fim de fortalecerem relações com povos indígenas e protegerem os seus direitos humanos. Desde então, vimos mais governos a trabalhar para reparar injustiças económicas e sociais, através de legislação e por outros meios, e assuntos relacionados com as populações indígenas tornaram-se mais proeminentes na agenda internacional do que nunca.

Mas temos que fazer ainda mais. Povos indígenas sofrem com o racismo, saúde precária e pobreza desproporcional. Em muitas sociedades, as suas línguas, religiões e tradições culturais são estigmatizadas e rejeitadas. O primeiro relatório da ONU sobre o Estado dos Povos Indígenas do Mundo, de janeiro de 2010, apresentou estatísticas alarmantes. Em alguns países, povos indígenas estão 600 vezes mais vulneráveis à tuberculose em relação ao resto da população. Em outros, a expectativa de vida de uma criança indígena é 20 anos menor do que seus compatriotas não-indígenas.

O tema do Dia Internacional dos Povos Indígenas deste ano é "cineastas indígenas", que nos abrem janelas para as suas comunidades, culturas e história. Os seus trabalhos  conectam-nos a sistemas de fé e filosofias; capturam tanto a rotina diária, quanto o espírito das comunidades indígenas. Enquanto comemoramos essas contribuições, convoco os governos e a sociedade civil a cumprirem as suas promessas de avançar com a situação das populações indígenas em todo o mundo.
Fonte: Unicrio
 

sábado, 7 de agosto de 2010

AMIGOS D'ARTE

Poet'anarquista publica pintura do artista João Fontes que teve a gentileza de ceder as suas obras do blogue "Riscos e Pinceladas", para serem divulgadas no espaço Amigos d'Arte. Nascido no Alandroal, onde sempre tem vivido, o pintor traduz para o papel várias  pinturas sobre "Nu", trabalho a lápis de carvão. Os meus agradecimentos pela cedência das obras e a continuação de bom trabalho, que é como quem diz, boas pinturas. Um abraço! 

NU I (Grafite-A4) 
João Fontes 

NU II (Grafite-A4) 
João Fontes 

NU III (Grafite-A4) 
João Fontes 

NU IV (Grafite-A4)  
João Fontes 

NU V (Grafite-A4)   
João Fontes 

NU VI (Tela-50x40)  
João Fontes 

QUADRAS versus CARTOON

LABIRINTO

Como foi que vim parar
A este louco labirinto?...
Por mais que queira achar,
Não acho forma de sair disto!

Uns dizem-me: é por aí...
Outros que vá por acolá,
Mas como vou sair daqui
Se ninguém aqui está?

Fiquei só e abandonado
Neste beco sem saída... 
Talvez encontre o diabo
Ou alguma alma perdida!!

POETA

HenriCartoon

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

SÉTIMA ARTE

Cinema no Alandroal, Praça da República, Jardim das Meninas

Hoje, 05 de Agosto 2010 pelas 21.30 horas


Chovem Almôndegas (V.P. - 3D) 
Cloudy With a Chance of Meatballs
M4
Estados Unidos
2009Acção/Aventura
Comédia
Familiar
Infantil
Realização:
Chris Miller (VII),
Phil Lord
Vozes:
Carla Chambel,
Filipe Duarte (II),
João Lagarto, Manuel Marques (II) 
Argumento: Judi Barrett,  Ron Barrett(II)

Sinopse

A história do cientista Flint Lockwood e da sua maior invenção: fazer chover comida do céu!

 

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

CARTOON versus QUADRAS

O AVISO
HenriCartoon

LOIRO ARTIFICIAL

É vê-lo com seu novo penteado
Todo loiraço olhando o lindo pelo,
Mas como é possível ter mudado
Pra essa cor loira o seu cabelo?

Aquele irascível génio aloirou
Tomou conta do pobre coitado...
Só mesmo o loiro não reparou
Que já estava a ser gozado! 

Os neurónios meio aloirados
Desceram às entranhas profundas,
E completamente descontrolados
Deixaram as vísceras moribundas!

Enfim!... O Jesus há-de reaver
Naturalmente a sua cor natural,
Maior desgosto não pode haver....
Ficar pra sempre loiro artificial!

POETA

terça-feira, 3 de agosto de 2010

"MÃOS LIMPAS"

Corrupção em Portugal 
 Imprensa 

Corrupção: Portugal precisa de "mãos limpas"?
Texto: Nelson Morais

Portugueses radicalizam discurso contra a impunidade dos corruptos e já há magistrados a dizer que "isto não está bem": sinais que levam investigador a questionar viabilidade de operação anti-corrupção à italiana.

Há dias, um site de notícias dava uma novidade do processo BPN, com uma fotografia do ex-governante Oliveira e Costa, seguida de quatro comentários. Dois defendiam a "morte" dos arguidos, como a única forma de fazer justiça. Outro leitor dizia ter ido para o Brasil, "com uma reforma de miséria", para não lhe "dar alguma loucura e matar esse tipo [Oliveira e Costa] e mais alguns do BPN" que lhe "roubaram 150 mil contos". Só o quarto pôs água na fervura - "Não é preciso matar", escreveu -, mesmo concluindo que "há 35 anos que andam a tentar melhorar a eficiência da justiça, em Portugal, e o resultado é zero!".

O anonimato da Net é propício a todo o tipo de enormidades, mas aquela radicalização de discurso, contra a falta de resultados da justiça no combate à grande criminalidade económica, é perceptível ao virar de cada esquina. E há sinal dela nas sucessivas quedas de Portugal no ranking da Transparência Internacional - do 26º lugar para o 35º, entre 2006 e 2008 - que avalia a percepção da corrupção.

Mas é de relativizar esta estatística. Foi sobretudo nos últimos meses que as manifestações de desconfiança da justiça começaram a surgir de dentro do próprio sector, a propósito de processos como o Freeport e o Face Oculta.

Ainda ontem, o ex-bastonário Pires de Lima alertava para o "estado comatoso" da justiça, mas o sinal mais significativo é apontado pelo académico Luís de Sousa: "Aquilo que não se via no passado e vê agora é a entrada no debate público de magistrados a dizer que isto não está bem", afirma, acrescentando o que outros dizem em surdina: "Será que estamos aqui a ver o início de um processo do tipo Mãos Limpas em Itália?"

A Justiça em ebulição

Em que patamar de desenvolvimento estaria Portugal, se os fundos comunitários tivessem sido efectivamente aplicados na requalificação dos trabalhadores? Como estariam as finanças públicas, se cada adjudicação tivesse sido conduzida sem vícios e as obras não sofressem derrapagens médias superiores a 70%? Como estaria o urbanismo das cidades e o ambiente de zonas protegidas, se não prevalecesse a obtenção de mais-valias ilícitas? Como estaria a sanidade da democracia, se o financiamento partidário fosse sujeito a um escrutínio completo, constante e transparente?

As "interrogações incómodas" são do juiz conselheiro Santos Cabral e foram formuladas quando ele deixou a direcção da Polícia Judiciária, em conflito com o anterior ministro da Justiça, Alberto Costa. Há pistas para responder às perguntas, no capítulo que Santos Cabral dedicou à "Corrupção", no seu livro sobre "Uma Incursão pela Polícia", mas retenha-se o que disse Daniel Kaufmann, do Banco Mundial: a diminuição da corrupção poderia colocar Portugal ao nível da Finlândia, em termos de desenvolvimento.

Este país do Norte e os outros que têm ocupado os primeiros lugares do ranking da Transparência Internacional também estão em posições cimeiras do ranking das Nações Unidas sobre o Índice de Desenvolvimento Humano. Por cá, aumentam as disparidades, na distribuição de rendimentos, e os pobres já chegavam a dois milhões, antes da actual crise.

Para Luís de Sousa, estudioso do problema da corrupção, esta não tem sido combatida porque "não há vontade nem estratégia políticas". E desconfia das propostas legislativas com que os partidos acenam, sem acolherem contributos de peritos, como sucedeu na lei do financiamento partidário. Ainda assim, Sousa nota que a nossa legislação "não está assim tão longe" da de países de referência, mesmo faltando cumprir dois importantes compromissos assumidos em convenções internacionais: a instituição do crime de enriquecimento ilícito e de uma agência de prevenção e combate da corrupção.

A tipificação daquele crime está a ser proposta por vários partidos, não obstante o silêncio a que a justiça foi votada antes das legislativas. Quanto à agência, o último Governo criou o Conselho de Prevenção da Corrupção, mas a sua bondade foi questionada. Paulo Morais, ex-vereador do Urbanismo do Porto, chamou-lhe "nado-morto", por lhe faltarem as competências de combate. No fundo, foi ao encontro da tese do especialista Alain Doig, de que não se atinge prevaricadores com prevenção ou educação.

Em 1983, nasceu uma Alta Autoridade Contra a Corrupção, liderada pelo coronel Costa Brás, que, com poucas competências, ainda abriu milhares de processos. Parte deles foi encaminhada para a Justiça, mas os resultados foram poucos: "A justiça é lenta, as malhas da lei enormes, tal como os pactos de silêncio, e a própria natureza da corrupção foi-se tornando mais complexa", justificou um editorial do DN de 2006, antes de concluir a história: "Em 1993, Costa Brás confrontou o Parlamento com uma escolha: o reforço de competências ou a extinção. PSD e PS nem pestanejaram. Extinguiu-se".

Há anos que reina uma paz podre, em que a punição dos suspeitos que chegam a ser investigados limita-se, praticamente, à sua exposição na imprensa, por via de fugas de informação. Recorde-se a prescrição da gigantesca fraude do caso Partex, que tinha 114 arguidos e esteve na origem da instalação de um microfone no gabinete do ex-procurador-geral Souto Moura; ou ainda, ao nível das autarquias e do imobiliário, o arquivamento da morte do desalinhado vereador do PS de Almodôvar, António Colaço, em que as suspeitas de homicídio levaram à exumação do seu corpo, mas não permitiram uma autópsia completa, porque o crânio desapareceu da Medicina Legal de Lisboa...

Do passado e ainda do presente, dê-se os exemplos dos processos Furacão, Submarinos, Portucale, CTT, BCP, BPP, BPN, Freeport... Todos sobre corrupção e crimes conexos supostamente praticados há anos, com o envolvimento da fina flor dos negócios e da política, e ainda sem qualquer condenação.

Mas há, isso é evidente, a sensação de que o país chegou ao limite do suportável. E o caldeirão da justiça parece ter entrado em ebulição, desde que João Palma assumiu a presidência do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público e denunciou que os procuradores do Freeport teriam sido pressionados, pelo magistrado que preside ao Eurojust, Lopes da Mota, a arquivar as suspeitas sobre o primeiro-ministro, José Sócrates. Resta agora saber se as escutas do Face Oculta em que também intervém José Sócrates são lenha suficiente para fazer saltar a pesada tampa do caldeirão.

Seja como for, nunca tanta figura pública, incluindo respeitados académicos, como Costa Andrade ou Pinto de Albuquerque, veio para a praça pública atacar decisões judiciais de entidades competentes, como o Supremo Tribunal de Justiça e a Procuradoria-Geral da República. Ontem mesmo, também o juiz Orlando Afonso avisou da necessidade de não se voltar a legislar em função de "determinadas situações", numa alusão à norma das escutas aprovada a seguir ao Casa Pia, para proteger titulares de órgãos de soberania.

Na década de 1990, a magistratura italiana desencadeou uma investigação de grande envergadura, sobre corrupção ao mais alto nível, que ditou o fim de vários partidos políticos e da Primeira República de Itália. O investigador Luís de Sousa questiona-se sobre a existência de ingredientes capazes de provocar algo do género em Portugal, mas acaba por revelar-se céptico, pela simples razão de ainda serem poucos os magistrados com coragem para levantar a voz. "Os nossos magistrados têm uma cultura conservadora e o sistema de ensino do Centro de Estudos Judiciários está a reproduzir o mesmo tipo de magistratura", afirma.
Fonte: Jornal de Notícias

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

JORNALISMO DE LUTO

O jornalista Mário Bettencourt Resendes, antigo director do “Diário de Notícias”, morreu hoje, aos 58 anos, vítima de cancro, disse à Lusa fonte próxima da família.

Provedor do Leitor (Jornal Diário de Notícias) 
 Mário Bettencourt Resendes

O jornalista faleceu no Hospital Cuf Descobertas, pelas 02h15, e o corpo vai estar em câmara ardente na Igreja de S. João de Deus, em Lisboa, a partir das 17h30.

O cortejo fúnebre segue amanhã - após a celebração da missa de corpo presente, pelas 15h00 - para o crematório do Cemitério dos Olivais em Lisboa, onde o corpo do jornalista será cremado às 17h00.

Actualmente, Mário Resendes desempenhava a função de Provedor do Leitor do jornal “Diário de Notícias” (DN).

Apesar de ter sido, nos últimos anos, um dos comentadores políticos mais presentes na televisão (SIC) e na rádio (TSF), Mário Resendes tornou-se conhecido por ser director do "Diário de Notícias", cargo que ocupou no início da década de 90 e de onde saiu em 2003.

Nasceu em 1952 em Ponta Delgada e começou a sua carreira no jornalismo em 1975, depois de ter sido “apanhado” pelo 25 de Abril quando estava no quinto ano do curso de Gestão de Empresas e Economia.

Com as aulas paradas e a sociedade em convulsão, Mário Resendes resolveu ir tirar um curso de jornalismo a Paris. Nunca mais voltou à economia.

Em 1975 foi estagiar como jornalista do "Diário de Notícias" e, no final do estágio, entrou para a equipa fundadora do "Jornal Novo", um diário de combate ao gonçalvismo. Ainda passou por uma revista semanal chamada "Opção" mas pouco mais de um ano depois, em Novembro de 1976, voltou ao DN, onde ingressou nos quadros.

No DN foi, sucessivamente, redactor de Política Nacional, editor do suplemento “Análise DN”, coordenador das secções de Política Nacional, Economia e Trabalho, e director adjunto.

Tornou-se director a partir de 1992 e cumpriu o seu papel quando o jornal já tinha passado para as mãos da Lusomundo (PT). Já não era, porém, director do matutino quando a Controlinveste entrou no jornal.

Depois de sair da direcção do DN, tornou-se, em 2007, provedor dos leitores daquele título, cargo cuja criação aconteceu por sua iniciativa.

Apesar do interesse no jornalismo ter perdurado mesmo depois de sair da direcção do DN, deixou para trás um sonho que considerou inconcretizável: ser governador de Macau. “Tenho um grande fascínio pelo oriente e deve ter sido extremamente interessante o exercício daquelas funções e a relação com a República Popular da China”, disse numa entrevista.

Além de jornalista, Mário Resendes foi professor de Comunicação Social no Instituto Superior de Comunicação Social, moderador de mesas-redondas, analista político e responsável por programas na RTP e na Rádio Comercial e comentador político na TSF.

Assumiu ainda a vice-presidência da comissão directiva europeia da Associação de Jornalistas Europeus, a presidência da assembleia geral da secção portuguesa e em 1994 foi nomeado, pela Comissão Europeia, para fazer parte do Conselho Consultivo dos Utilizadores (Bruxelas).

Membro do conselho director do Centro Europeu de Jornalismo, foi galardoado com o Prémio Europeu de Jornalismo, atribuído pela Associação de Jornalistas Europeus, em 1993.

Foi ainda porta-voz do Movimento Informação e Liberdade, criado em 2008, com o objectivo de ser interlocutor em todos os processos de discussão de matérias de interesse para a classe dos jornalistas como a auto regulação e o acesso à profissão.
Fonte: Jornal Público 

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Nesta hora difícil para o jornalismo português, quero expressar o meu voto de pesar pela morte de Mário Bettencourt Resendes, jornalista que sempre se pautou pelo rigor e transparência na informação aos portugueses. 

Poet'anarquista solidário com a família e amigos neste momento de dor
 

A NOSSA CANDEIA BLOGUE

Poet'anarquista publica o texto do blogue "A Nossa Candeia", uma gentileza da amiga Drª Ana Paula Fitas, sobre "O Direito Fundamental à Saúde e ao Desenvolvimento..."

CENTRO DE SAÚDE 
 ALANDROAL

O DIREITO FUNDAMENTAL À SAÚDE E AO DESENVOLVIMENTO...

Por Ana Paula Fitas, 1 de Agosto de 2010

O direito aos cuidados de saúde continua a ser alvo de atentados contrários à filosofia e aos objectivos do Serviço Nacional de Saúde que se não justificam a não ser por motivos economicistas... desta vez, no distrito de Évora, depois de Arraiolos, é o concelho de Alandroal que justamente protesta contra esta decisão que, esperemos!, venha a ser revogada na reunião em que, amanhã, autarquia e autoridades na matéria, reequacionarão o problema. O concelho de Alandroal não teve até ao 25 de Abril de 1974, cuidados médicos capazes de assegurar o mínimo de apoio concertado e eficaz à população concelhia. Dependente da acção benemérita do Dr.Xavier Rodrigues, figura inesquecível pelo perfil humanitário que caracterizou a sua vida e que o levava a pagar, a expensas próprias, o aluguer do único e depois de um dos dois táxis do concelho durante décadas e até aos anos 70, em socorro nocturno de quem, pelos campos, conseguia fazer chegar a tempo o seu apelo, o Alandroal contou, até à criação do SNS, apenas com os serviços elementares de enfermagem da Misericórdia, prestados por duas pessoas, a saber, uma das suas religiosas, a Irmã Ana e o sr. Cardoso. Com o Serviço Nacional de Saúde, o concelho teve acesso a cuidados médicos diários, descentralizados pelas aldeias onde se improvisaram postos de atendimento nas Casas do Povo e posteriormente nas sedes das Juntas de Freguesia e em que se integraram campanhas de sensibilização alimentar que permitiram às famílias perceber a importância de consumos como o leite (que aí chegou para distribuição gratuita com o apoio da FAO), a fruta e os legumes e que muito contribuiram para, progressivamente, reduzir as taxas de mortalidade infantil do concelho. Neste contexto, chegaram às populações campanhas intensivas de vacinação, saúde escolar, planeamento familiar e acompanhamento sanitário das pequenas explorações familiares pecuárias. Reestruturação após reestruturação, o concelho de Alandroal conseguiu finalmente!, a partir de 2005, ter um Centro de Saúde com instalações condignas criadas para o efeito... como justificar agora, cinco anos depois, em pleno século XXI, esta redução de um direito fundamental como é o direito à saúde que, para grande parte do país que somos, representa o início do acesso dos mais pobres a condições de vida dignas?

CARTOON versus QUADRAS

Chumbar ou não chumbar...
HenriCartoon

CHUMBAR OU NÃO CHUMBAR...

Chumbar ou não chumbar nada,
Eis uma questão pertinente;
Diz a ministra Isabel Alçada:-
Chumbar?... Contra-prudocente!

E se eu vos disser meus meninos
Que chumbos não haverá mais?
XERIUH XTORA? N DEXATINOS...
XACAXTE EXTA Q FIXE D+ !!

Bom, era só uma ideia minha,
Pois mais ninguém se lembraria...
De uma ideia tão mesquinha
Pra acabar com a sabedoria!!!

POETA

domingo, 1 de agosto de 2010

1 DE AGOSTO... ACONTECEU!

Descrição: a expulsão dos judeus de Espanha. Tropas inglesas desembarcam em Lavos para defrontar o exército francês de Napoleão. Adopção do metro como unidade de medida pela Academia das Ciências de França. O primeiro jipe. Maria de Lurdes Pintasilgo torna-se a primeira mulher a exercer o cargo de primeiro-ministro em Portugal. Nasceram Herman Melville, Yves Saint-Laurent e Ney Matogrosso. Primeira emissão da MTV mostra "Video killed the radio star", dos Buggles.

Fonte: Neste Dia/ Vídeos Sapo

CONCELHO DO ALANDROAL INDIGNADO

O Povo Compareceu 

População do Concelho de Alandroal indignada com o encerramento parcial das urgências no Centro de Saúde do Alandroal. 

O Presidente João Grilo falou à população, no sentido de esclarecer os manifestantes em protesto, sobre a situação presente e a reunião que irá ter segunda-feira, juntamente com o município de Arraiolos e com a Administração Regional de Saúde do Alentejo. Esperemos que desse diálogo possa surgir uma solução positiva para o bem comum dos Alandroalenses, caso contrário novas formas de luta terão que ser equacionadas.

Poet'anarquista

Vídeo RTP1
Manifestação ordeira contra o encerramento das urgências no Centro de Saúde do Alandroal