sexta-feira, 16 de julho de 2010

FUTEBOL DE PRAIA



Alandroal: Futebol de praia volta a animar o concelho

A Praça de Toiros da Aldeia da Venda vai voltar a transformar-se num areal, para acolher mais uma edição do Torneio de Futebol de Praia, que arranca já no próximo dia 30 de Julho e vai durar até 29 de Agosto. Apesar de as inscrições terminarem a 23 de Julho o torneio já tem lotação esgotada.

Na edição deste ano, a quarta, vão estar em disputa troféus para as melhores equipas, em masculinos e em femininos, além de prémios individuais que vão distinguir o melhor marcador do torneio, o melhor jogador e o melhor guarda-redes. 

As 16 equipas em competição vão ser divididas em grupos de quatro, sendo que apenas as duas primeiras de cada grupo passam para a próxima fase da competição, onde o torneio entrará num sistema de eliminação. 

Os jogos vão ser disputados nas Sextas-feiras, Sábados e Domingos, a partir das 21:00 horas, e prometem muita animação e disputa em cada jogada. Os interessados poderão esclarecer as suas dúvidas através do email desporto.dsscd@cm-alandroal.pt ou través do telefone 268 440 041/42.  



Iniciativa: Câmara Municipal de Alandroal

Roberto Ribeiro – Gabinete de Imprensa
Contactos: 268 440 040 / rribeiro.imprensa@cm-alandroal.pt 

PROTOCOLO

Protocolo de Cooperação Cãmara Municipal do Alandroal/ Deco


Câmara de Alandroal celebra Protocolo de Cooperação com DECO

Com o objectivo de proporcionar aos habitantes do concelho uma maior protecção nos seus direitos como consumidores, a Câmara Municipal de Alandroal celebrou recentemente um protocolo com a Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor, DECO.   

Na prática, o protocolo de colaboração prevê a criação de um gabinete de apoio ao consumidor, onde os munícipes se poderão dirigir para aceder a um serviço informativo e de apoio, com a qualidade que a DECO, como associação especializada no apoio ao consumidor, poderá disponibilizar. Além disso, a DECO tem projectos de cooperação com a Direcção Geral do Consumidor que se podem revelar extremamente vantajosos para os munícipes do concelho, uma vez que lhes permite ter um acesso privilegiado a determinados serviços. 

O Protocolo prevê ainda a realização de sessões de esclarecimento nas escolas e junto da população em geral, comunicados nas rádios locais sobre o serviço de apoio ao consumidor, emissão de documentos de informação e defesa dos direitos dos consumidores, quer nos boletins municipais, quer nas páginas de Internet.

A Autarquia vai nomear um técnico, que vai receber formação junto da DECO, para assegurar o atendimento permanente dos munícipes. Além disso, todos os meses a Associação de Defesa do Consumidor vai fazer deslocar ao Alandroal técnicos especializados, nomeadamente juristas, que vão prestar um acompanhamento mais próximo das situações concretas dos munícipes.

Recorde-se que o protocolo agora celebrado entre o Município e a DECO já esteve em funcionamento, ainda com o anterior executivo. No entanto, a Associação de Defesa do Consumidor rompeu o acordo, uma vez que o anterior executivo não cumpriu as suas obrigações, constantes no protocolo.

Por entender que esta parceria se traduz num serviço de elevada importância para os habitantes do concelho, o actual executivo decidiu reatar as relações com a DECO, que se mostrou prontamente disponível para colaborar.


Câmara Municipal de Alandroal
Roberto Ribeiro – Gabinete de Imprensa
Contactos: 268 440 040 / rribeiro.imprensa@cm-alandroal.pt 

quarta-feira, 14 de julho de 2010

ESCULTURA

Esculturas biomecânicas por Pierre Matter

As estranhas esculturas de Pierre Matter resultam de uma combinação inusitada de cobre, alumínio, bronze, borracha e outros materiais. São formas biomórficas, de grande dinamismo e gosto retro, gótico ou steampunk, aparentando, por vezes, ser feitas de sucata. Poderiam ter saído de um livro de Jules Verne ou de um filme antigo de ficção científica. Visões oníricas que não são tão inocentes como parecem...

É o próprio que explica as suas obras dizendo que reflectem a consciência de viver numa época de fusão entre a Natureza e a Tecnologia. "Mesmo as vacas não são mais do que máquinas de produzir leite", afirma. De tal aliança nascem seres híbridos e monstruosos que evocam e ultrapassam a mitologia mas que, paradoxalmente, parecem recusar a sensação de poder que lhes é outorgada pela Tecnologia; a qualquer momento podem desmoronar-se.



1- Le Repos de Diane
2- Le Poisson Oeil
3- Kiss Cube
4- Mãe e Filho
5- Cabeça Rhino
6- Homem Voador
7- E Agora o Que 

segunda-feira, 12 de julho de 2010

SÉTIMA ARTE...

PRAÇA DA REPÚBLICA ALANDROAL

15 de Julho a 26 de Agosto
Todas as Quintas-Feiras

PROGRAMA
Sétima Arte

CINEMA NA RUA CHEGA AO ALANDROAL

Com a chegada das longas e agradáveis noites de verão, a Câmara Municipal de Alandroal preparou mais uma iniciativa que promete animar a Praça da República nos serões das próximas quintas-feiras, o “Cinema na Rua”. 

A iniciativa arranca já no próximo dia 15 de Julho, às 21:30, e vai estender-se até dia 26 de Agosto. Ao longo das próximas semanas, às quintas-feiras, o Jardim das Meninas, na Praça da República, vai assim tornar-se numa sala de cinema ao ar livre.

A Câmara Municipal de Alandroal convida toda a população a sair à rua para usufruir de bons momentos, seja em família ou entre amigos, para assistir a alguns dos melhores filmes da actualidade, ao mesmo tempo que poderá desfrutar de um espaço impar, como é a Praça da República.  O primeiro filme a ser exibido é “Tudo Pode Dar Certo”, da autoria de Woody Allen.

                                         Uma iniciativa: Câmara Municipal do Alandroal

                                                Vila d'Landroal    

Câmara Municipal de Alandroal
Roberto Ribeiro – Gabinete de Imprensa
Contactos: 268 440 040 / rribeiro.imprensa@cm-alandroal.pt 

COMENTÁRIO

JOSÉ MOURINHO- ESPANTO OU TALVEZ NÃO...

Família Mourinho...
O ELO MAIS FORTE! 

Comentário:

"José Mourinho foi, citando entrevista à Revista Sábado, antes do jogo com o Barcelona, à Capela Sistina no Vaticano, em visita particular, comprando 30 terços para dar aos seus jogadores do Inter de Milão.

José Mourinho disse: "benzi-me porque sou católico, porque Ele me ajudou, porque esteve perto de mim..."

José Mourinho foi festejar a vitória do campeonato italiano, não com os dirigentes e jogadores, mas com a sua família, "é mais importante festejar com a minha família do que festejar com os outros". "A minha mulher educa, a minha mulher é pai, é mãe, é tudo". "Eles (filhos) sabem que sou um pai que os ama profundamente e que por eles é capaz de tudo, e que só eles são mais importantes do que o futebol". "A minha família é a única coisa mais importante que o futebol".

José Mourinho envergonha-se, de "ganhar tanto dinheiro", "ajudo algumas instituições...", e sem publicitar diz, "é uma coisa minha, nunca fiz publicidade disso, não tenho fundações, ajudo quem quero, quando quero e sem dizer".

José Mourinho, sobre as novas tecnologias, confirma que tem um e-mail de trabalho mas,"não tenho página no Facebook, não gosto do Facebook, é que nem sequer gosto da filosofia que está inerente ao Facebook".

José Mourinho confessa que "falo com Ele todos os dias e como o Inter tem uma capela dentro do centro de estágio, falo com Ele todos os dias, na casa d'Ele".

Exemplo expresso de um homem crente, marido, pai e educador, com valores centrados na família, exigente e responsável profissional, solitário anónimo e humilde, que nos deverá obrigar a reflectir sobre essa Força que nos impede a sermos heróis em cada momento das nossas vidas e vencedores quando a Ela nos entregamos".

A. Manuel dos Santos

Fonte: diário do SUL, QUARTA-FEIRA, 7 DE JULHO DE 2010 

POESIA AO ENTARDECER

FERNANDA SENO

Fernanda Seno Cardeira Alves Valente (Canha, 23 de fevereiro de 1942 — Lisboa, 19 de maio de 1996) foi uma poetisa, escritora, jornalista e professora portuguesa.
Fernanda Seno concluiu o ensino secundário em Évora e licenciou-se em Filologia Germânica na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Abraçou a carreira do ensino com estações em escolas de Almada, Reguengos de Monsaraz e Évora.
Como jornalista Fernanda Seno foi colaboradora da imprensa regional e local, contribuindo para os jornais "Mouranense", "Palavra", e "A Defesa". Foi chefe de redação no "Jornal de S. Brás" e redatora principal do Boletim "Igreja Eborense". Colaborou ainda - entre outros - na revista "Ao Largo" (Lisboa).
Em 1998, a Rua Fernanda Seno em Évora foi atribuída ao nome de Fernanda Seno.

Obras:
As Palavras Às Vezes (1984)
Trilho de Pó (1991)
Cântico Vertical (1992)
Na Fronteira da Luz (1997 - póstumo)
Fonte: wikipédia

Entardecer com Poesia  

ENTARDECER

Mística hora do entardecer
límpida luz a ocidente
berço onde estrelas
nascem a rir
subitamente.
E as almas. Harpas que Deus dedilha,
vibram tocadas pela maravilha
desta leveza que a tarde tem
desta beleza que em si contém
toda a promessa de eternidade
que nos seduz.

Mística hora do entardecer
taça entornada de etérea luz

Fernanda Seno

In: “Cântico Vertical” (1992)

domingo, 11 de julho de 2010

QUADRA versus CARTOON


SORRISO AMARELO

Sorriso amarelo da Alemanha...
Recessivo porque não é novo,
Outra vez a maldita Espanha
E um adivinho chamado polvo!!!

POETA

Sorriso Amarelo
 
HENRIcartoon

CARTOON versus QUADRA


Je t'aime, moi non plus
HENRIcartoon

 JE T'AIME, MOI NON PLUS 

-Comme je t'aime mon amour...
 Regardez bien, je suis ici!

-Avec tout cet glamour...
 Moi non plus, ma cher ami!!

 POETA

sexta-feira, 9 de julho de 2010

30 ANOS DEPOIS...

VINICIUS DE MORAES- 1913/1980
 Poeta, diplomata, músico e boêmio

Especial relembra Vinicius de Moraes

Faz hoje, dia 30 de Julho de 2010, exactamente 30 anos da morte de Vinicius de Moraes. E para sublinhar a data, o Galeria, da Rádio Cultura Brasil (AM 1200), leva ao ar na própria sexta-feira (9/7), das 7h às 11h, um especial em homenagem ao poeta e compositor. Quem quiser ouvir o programa pela internet, basta acessar o portal Cultura Brasil (www.culturabrasil.com.br) e clicar na ferramenta Controle Remoto, localizada no topo da página principal.

A atração revela histórias pouco conhecidas do dia-a-dia do artista contadas pela cantora Miúcha e pela última mulher de Vinicius, a empresária e produtora de figuras carimbadas da música brasileira Gilda Mattoso. Já Fred Rossi, empresário do compositor entre 1974 e 1980, fala sobre os bastidores de shows, a relação do músico com o trabalho e a emocionante serenata realizada por jovens de uma pequena cidade que contou com a participação do poetinha da janela do hotel. Ambos recordam muitas peculiaridades do artista, como a predileção que tinha pela sua banheira.

O especial ainda recupera depoimentos do homenageado e apresenta uma seleção musical com as suas históricas, e parcerias com Tom Jobim, Toquinho, Baden Powell e Carlos Lyra.

A participação do público também ganha espaço nessa edição com o quadro Minha Galeria Especial, que vai destacar três histórias de ouvintes relacionadas a temas do poeta.

E no portal Cultura Brasil, uma playlist com os parceiros menos frequentes de Vinicius, como Chico Buarque e Adoniran Barbosa.

POESIA

A morte

A morte vem de longe
Do fundo dos céus
Vem para os meus olhos
Virá para os teus
Desce das estrelas
Das brancas estrelas
As loucas estrelas
Trânsfugas de Deus
Chega impressentida
Nunca inesperada
Ela que é na vida
A grande esperada!
A desesperada
Do amor fratricida
Dos homens, ai! dos homens
Que matam a morte
Por medo da vida.

Vinícius de Moraes

Samba de Orly - Toquinho & Vinícius

quinta-feira, 8 de julho de 2010

CONGRESSO "POR TERRAS DO ENDOVÉLICO"

Deo Endovélico Sacrum 


Estatuetas Sem Cabeça

Conclusões Finais do Congresso (2)
Por Ana Paula Fitas

“Por Terras do Endovélico – À Descoberta do Alandroal”

Conclusões de um Congresso sobre “Território – Identidade – Marcas”

                                                                                                          
Realizou-se no passado dia 26 de Junho, no Fórum Cultural Transfronteiriço de Alandroal, o Congresso “Por Terras do Endovélico – Território/Identidade/Marcas”.

Com o objectivo de promover a reflexão pública sobre a valorização patrimonial como fonte de desenvolvimento comunitário sustentado no concelho, a Câmara Municipal de Alandroal convidou para intervirem no evento, não apenas académicos ligados à problemática e com trabalho de investigação no terreno (os arqueólogos Amílcar Guerra, Carlos Fabião e Manuel Calado e eu própria, antropóloga/etnóloga, Ana Paula Fitas) mas, também, representantes de entidades ligadas ao desenvolvimento do turismo e à sua articulação com a economia (Sofia Vieira da TGLA-Turismo Terras do Grande Lago Alqueva, Alexandra Pereira da Proximity/BBDO, Simão de Deus Correia da VISTA e Michela Zucca, especialista em desenvolvimento sustentável).

No âmbito da apresentação dos objectivos do Congresso, o Presidente da CMA, Dr.João Grilo, explicitou a importância deste acontecimento, afirmando o significado dos seus conteúdos como contributos para a materialização do projecto político-cultural em que o município aposta, pelo justo reconhecimento do potencial de desenvolvimento que a valorização patrimonial representa para o concelho e de que são testemunho, não só os actuais testemunhos da investigação científica mas, também, os documentos históricos (de que vale a pena destacar a obra “Religiões da Lusitânia” de José Leite de Vasconcelos) e literários (destaque para “A Voz dos Deuses” de João Aguiar).

Tomando como ponto de partida a identificação do concelho de Alandroal enquanto lugar do sítio de Endovélico datado da Idade do Ferro mas com localização ainda incerta (confirmada no Congresso pelos arqueólogos participantes), a importância do culto a esta divindade pré-romana foi destacado objecto de devoção local durante a ocupação romana do território. Dessa ocupação são testemunho inequívoco os vestígios encontrados no lugar de S.Miguel da Mota, desde o trabalho aí levado a cabo por Leite de Vasconcelos (cuja importância está patente no facto de se constituírem como elementos da colecção fundacional do Museu Nacional de Arqueologia) até aos que têm resultado do trabalho que, actualmente, a equipa de arqueólogos liderada por Carlos Fabião e Amílcar Guerra aí desenvolve. O espólio foi aliás objecto de ilustração do Congresso, através de uma notável exposição dos materiais recolhidos que o Museu Nacional de Arqueologia disponibilizou para o efeito, permitindo à população concelhia conhecer materiais preciosos para o conhecimento aprofundado da história cultural da região e da Península Ibérica que, contudo, pela sua natureza, conforme notou Carlos Fabião, continuarão a integrar a colecção do referido Museu.

Ex-libris do território local, o sítio de Endovélico apresenta, por estas e por outras razões que o fundamentam, do ponto de vista estratégico para o desenvolvimento económico sustentado do concelho, o perfil requerido em termos de marketing e divulgação para uma atracção turística capaz de justificar a afluência de interesses susceptíveis de aí promoverem o investimento, podendo, por isso, ser escolhido como marca certificada de uma singularidade com valor próprio, no quadro do mercado das ofertas turísticas de qualidade em especificidades que vão do turismo rural ao turismo cultural, religioso, imaginário e de lazer. Foi isso que Alexandra Pereira, brand manager da Proximity/BBDO, foi dizer, concorrendo com o seu contributo para o esboçar de uma estratégia de desenvolvimento que, tal como o reconheceu e destacou Sofia Vieira da TGLA-Turismo Terras do Grande Lago Alqueva, pode ser uma extraordinária mais-valia para o concelho, capaz de valorizar e justificar o interesse turístico de uma região que conta hoje com um lago de dimensão internacional se, aos conteúdos patrimoniais forem acrescentados recursos infra-estruturais que, por um lado, como referiu Simão Correia da VISTA, implicam capacidade de alojamento, dinamização da mobilidade e promoção externa do território e da qualidade da oferta e que, por outro lado, como salientou Michela Zucca, requerem formação profissional direccionada para a integração populacional no processo de mudança que este tipo de investimentos implica.

Neste contexto, para além dos resultados obtidos na identificação do património arqueológico do concelho e registados na sua Carta Arqueológica (dirigida e coordenada pelo arqueólogo Manuel Calado que viu anunciada publicamente neste Congresso, pelo Presidente da CMA, a decisão de se proceder à revisão da mesma, sob a sua coordenação), é necessário proceder ao levantamento de todo o património etnológico do concelho que, tal como eu própria o afirmei na comunicação intitulada: “Etno-História, Património e Desenvolvimento – o caso do Endovélico”, é o garante da sustentabilidade concelhia, na medida em que o recurso à valorização patrimonial requer um trabalho visto em perspectiva, capaz de articular as questões da continuidade cultural e da mudança social, conferindo unidade à diversidade de elementos disponíveis num todo coeso que apresente inequivocamente um conteúdo sustentado à potencial marca “Terras do Endovélico”, assegurando-lhe qualidade (pelo rigor científico do conhecimento que anuncia) e sucesso (pela eficácia da estratégia da sua promoção).

O investimento cultural de um projecto político sustentado é, sem dúvida, uma forma inteligente de, nos tempos que correm, uma região pobre e desertificada, resistir às dinâmicas de despovoamento e empobrecimento, invertendo tal tendência pela revitalização do território e pelo envolvimento colectivo de quatro vectores de intervenção essenciais ao processo que, como concluiu o próprio Presidente da CMA, João Grilo são, nada mais nada menos do que: a autarquia, a comunidade científica, a população e o mercado.

O Congresso “Por Terras do Endovélico” foi, por tudo isto, uma espécie de arranque do que podemos designar por caminhada para o futuro. Uma iniciativa feliz que terá na publicação das comunicações ao Congresso, o primeiro passo para a consolidação de um trabalho que se prevê não só sustentado mas, eficaz e que tem já previsto um conjunto de actividades recorrentes e multidimensionais a ser oportunamente divulgado pela edilidade.
  
Ana Paula Fitas – 03 de Julho de 2010
Publicado no diário do SUL - QUARTA-FEIRA, 7 de Julho DE 2010 
Uma gentileza "A Nossa Candeia Blogue" para "Poet'anarquista Blogue" 

Comentário: 

Quatro vectores muito importantes para o desenvolvimento sustentado, enunciados pelo Presidente João Grilo, e que destaco como fundamentais para o desenvolvimento do Concelho do Alandroal: autarquia, comunidade científica, população e mercado. Sem dúvida, o sucesso do programa eleitoral do MuDA que foi sufragado no dia 11 de Outubro de 2009, passa pela consolidação harmoniosa das quatro vertentes referidas na publicação das conclusões do Congresso, "Por Terras Do Endovélico", que com muito saber a minha amiga Ana Paula fez referência no seu texto. Precisamos dos quatro elos da corrente como mola impulsionadora para um futuro com sustentabilidade. Obrigado Ana Paula, o Concelho do Alandroal conta contigo nesta caminhada para o bem comum!

Três abraços!!!


Kabé  

quarta-feira, 7 de julho de 2010

ANIVERSÁRIO COM POESIA

Faz hoje, dia 7 de Julho de 2010, 87 anos, o poeta José Joaquim Camões Galhardas. Sendo um dia muito especial para mim, resolvi publicar um soneto da sua autoria escrito em 22 de Maio do ano 1996 em memória da poetisa Fernanda Seno, falecida no dia 19 de Maio do mesmo ano. Porque é dia de aniversário e a palavra PAI se escreve com três letras apenas, estas 87 primaveras, uma vida... em três quadras com dedicatória do Poet'anarquista, por tudo o que de bom me ensinou ao longo da vida. Abençoado sejas pai! 
Poet'anarquista 

José Galhardas
Poeta 

LIBERTAÇÃO

Subindo  ao  Céu,  envolta  em  Poesia…;
desceu  Fernanda  Seno  à  terra  fria.
Seus  lindos  versos,  duma  intensa  alvura,
choram  por  ela  a  sua  desventura,

cheios  de  Luz,  repletos  de  Harmonia!
Vestiu-se  o  Sol  de  luto  ao  Meio-Dia…;
choveram  lágrimas,  de  prata  pura…;
sobre  os  torrões  da  sua  sepultura

onde  o  seu  corpo  jaz,  (talvez  conforme…),
liberto    de  todas  as  cadeias
que  à  vida  prendem!-  Céus  de  <  Cheias!>>,

Cravos  e  Rosas!;  sob  a  terra  informe
o  sangue  rubro  das  azuladas  veias!
-  Fernanda  Seno,  no  Infinito,  dorme.

José  Galhardas (Alandroal, 22-05-96)                                                                   
                                                                     

87 ANOS, UMA VIDA...

Pai, tanto que eu queria
Que o tempo parasse agora!...
Que não chegasse esse dia,
Em que o tempo se vai embora.

Com olhos de quem então lia
O poema certo que a alma implora...
Oh coração poeta, tão bela sinfonia,
Dentro d'um peito aberto mora!

Pai, por ti soube como cedo escrevia
A palavra que sorrindo quase chora,
Depois aconteceu a mais linda poesia...
Escrita pelo POETA que te adora!!

POETA (07.07.2010) 

terça-feira, 6 de julho de 2010

LITERATURA

A escritora Matilde Rosa Araújo de 89 anos faleceu hoje, dia 6 de Julho de 2010, após doença prolongada, na sua residência, em Lisboa. Deixa mais de 20 livros para a infância, entre os “O Livro da Tila”, nome pelo qual era conhecida entre os amigos. No próximo mês de Outubro será editado o conto “Florinda e o Pai Natal”. O corpo da autora está em câmara ardente na Sociedade Portuguesa de Autores (SPA). O funeral da escritora é quarta-feira, às 15h, no Cemitério dos Prazeres.

Fonte: tv1.rtp.pt/noticias (06.07.2010)


Matilde Rosa Araújo/1921-2010
Ficcionista, poetisa, cronista e pedagoga


BIOGRAFIA

Ficcionista, poetisa, cronista e pedagoga. Após estudos secundários ministrados em casa por professores particulares, licenciou-se (1945) em Filologia Românica, pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. À época, a sua tese – «A Reportagem como género: génese do jornalismo através do constante histórico-literário», 1946 – foi um trabalho precursor, por haver feito do jornalismo objecto de análise académica, o que pela primeira vez acontecia em Portugal. Docente, durante mais de quarenta anos, do ensino secundário técnico-profissional (do Barreiro a Portalegre e do Porto a Elvas), leccionou também a cadeira de «literatura infantil», na Escola do Magistério Primário, de Lisboa. Álvaro Salema considera os seus livros para crianças «inalteravelmente exemplares».

A estreia literária, em volume, verificou-se com A Garrana (1943), que obteve o 1º. prémio de um concurso («Procura-se um novelista») patrocinado pelo matutino O Século e pelo Rádio Clube Português. Mas foi só em 1956 que começou a publicar para crianças, com a edição, no nº. 3 de Graal, dos «Poemas Infantis». No ano seguinte, O Livro da Tila vai dar início a uma vasta obra no domínio da literatura juvenil, em que se notabilizaria (cf. José António Gomes, A Poesia na Literatura para a Infância, 1993).

Colaboração sua, muito variada (crónica, contos, poemas, artigos de vária índole), encontra-se dispersa por jornais e revistas, de que se destacam o Jornal do Fundão, A Capital, O Comércio do Porto, Jornal do Comércio, República, Diário de Lisboa, Comércio do Funchal, Diário de Notícias (do Funchal), Graal, Árvore, Vértice, Seara Nova, Litoral, Gazeta Literária, Colóquio-Letras, etc. Na Távola Redonda, além de poemas, publicou um emocionado texto evocativo de Sebastião da Gama.

Vocacionada para problemas de âmbito pedagógico, a sua obra ficcional caracteriza-se por uma tonalidade didáctico-moralizante, reflectindo o seu ponto de vista, nada ingénuo, sobre a evolução do estatuto da criança nas sociedades ocidentais. Esse pendor leva-a a organizar antologias centradas nessa temática, como, por exemplo, As Crianças, Todas as Crianças (1976). A edição de 1992 de Praia Nova refunde a obra original, editada trinta anos antes, e colige no mesmo volume os contos de Estrada sem Nome (1945).

Figura discretíssima da vida literária portuguesa, nem por isso se alheou de actividades corporativas, tais como funções nos corpos directivos da extinta Sociedade Portuguesa de Escritores. Foi também sócia fundadora do Comité Português para a UNICEF.

Livros seus encontram-se traduzidos no Brasil, na Roménia e na Moldávia.

Pelo conjunto da obra, recebeu em 1980 o Grande Prémio de Literatura Infantil, da Fundação Calouste Gulbenkian.

Fonte: in Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, Vol. V, Lisboa, 1998

domingo, 4 de julho de 2010

CONGRESSO "POR TERRAS DO ENDOVÉLICO"


 Deo Endovélico Sacrum
Desenho: João Paulo Galhardas (94) 


CONCLUSÕES DO CONGRESSO (1)

Introdução das conclusões do congresso por Ana Paula Fitas, Doutora na área científica das Ciências Sociais, ramos de Estudos Portugueses e especialidade em Cultura Portuguesa do Século XX, é também Licenciada em Filosofia e Mestre em Culturas Regionais Portuguesas, Investigadora com trabalho realizado em Portugal (com especial incidência no Alentejo), Espanha e Índia, destacam-se da publicação dos seus estudos, entre outros: Tese de Mestrado- Ocupação Sexual dos Espaços e Redes de Comunicação em Aldeia da Venda (Alandroal-Alentejo), A Construção Cultural do Espaço, A Lenda de Dona Paula (Panjim-Goa-Índia), Continuity and Social Change: The Cult of Mother Goddess e Olivença e Juromenha (uma história por contar), no âmbito da Tese de Doutoramento, obra a todos os títulos notável ao serviço da Etnologia Portuguesa. »Natural« de Alandroal onde viveu até à sua adolescência, continuou o seu percurso de vida académica entre a cidade de Évora e a capital Lisboa, nunca se desligando das suas origens. Os seus trabalhos na Tese de Mestrado e Doutoramento são um exemplo disso mesmo e o Concelho do Alandroal muito lhe deve pela abnegação, espírito de sacrificio e humanismo nos estudos efectuados sobre a redescoberta de tradições e vivências antigas. Por estas razões e outras estritamente pessoais é que costumo dizer a Paula é nossa! Participou como oradora a convite da Câmara Municipal do Alandroal no Congresso "Por Terras do Endovélico", que se realizou no Fórum Cultural Transfronteiriço de Alandroal, no dia 26 de Junho de 2010, e preparou as conclusões finais sobre o Congresso que serão publicadas a partir da próxima quarta-feira no jornal Diário do Sul de Évora. Posteriormente Poet'anarquista também irá dar a conhecer as conclusões, transcrevendo agora uma primeira nota introdutória  que a Drª Ana Paula postou no seu blogue, A Nossa Candeia, com o título "Alandroal- Terras do Endovélico (1)". Os meus agradecimentos a todos quantos participaram e tornaram possível este evento maravilhoso, com um abraço muito especial para o amigo João Grilo, Presidente da Câmara Municipal do Alandroal. Como alguém comentou no blogue Poet'anarquista, AVANTE ENDOVÉLICO!

Texto: Poet'anarquista 


Desenho à vista: Torre de Menagem Alandroal
João Paulo Galhardas (91) 


ALANDROAL- TERRAS DO ENDOVÉLICO (1)

Alandroal é um concelho com 544,86 km2 e 6.187 habitantes, situado no distrito de Évora, limitado pelos concelhos de Vila Viçosa, a norte, de Reguengos de Monsaraz e Mourão a sul, de Redondo a oeste e por Espanha, a leste. O concelho, hoje constituído por 6 freguesias, integra, desde o século XIX, os antigos municípios de Juromenha e de Terena e dele fazia parte Vila Real-Villarreal, povoação actualmente administrada sem conflitos pelo ayuntamiento de Olivença, à revelia do Direito Internacional que não revogou a pertença do próprio termo de Olivença como parte integrante do território português. Economicamente pobre e marcado pela desertificação, o concelho procura caminhos de sustentabilidade para o desenvolvimento local, tentando rentabilizar a sua localização que se situa no território de influência do Alqueva. Neste trajecto de busca de futuro, a Câmara Municipal de Alandroal organizou, no passado dia 26 de Junho, nas instalações do Fórum Cultural Transfronteiriço de Alandroal, o Congresso “Por Terras do Endovélico – Território/Identidade/Marcas”. Com o objectivo de promover a reflexão pública sobre a valorização patrimonial como fonte de desenvolvimento comunitário sustentado no concelho, a CMA convidou para intervirem no evento, não apenas académicos ligados à problemática e com trabalho de investigação no terreno (os arqueólogos Amílcar Guerra, Carlos Fabião e Manuel Calado e eu própria, antropóloga/etnóloga, Ana Paula Fitas) mas, também, representantes de entidades ligadas ao desenvolvimento do turismo e à sua articulação com a economia (Sofia Vieira da TGLA-Turismo Terras do Grande Lago Alqueva, Alexandra Pereira da Proximity/BBDO, Simão de Deus Correia da VISTA e Michela Zucca, especialista em desenvolvimento sustentável). Explicitando a importância e os objectivos do Congresso, o Presidente da CMA, Dr.João Grilo, identificou o interesse dos seus conteúdos na qualidade de contributos para a materialização do projecto político-cultural em que o município aposta, pelo reconhecimento do potencial de desenvolvimento que a valorização patrimonial representa e de que são testemunho, não só os actuais testemunhos da investigação científica mas, também, os documentos históricos (de que vale a pena destacar a obra “Religiões da Lusitânia” de José Leite de Vasconcelos) e literários (destaque para “A Voz dos Deuses” de João Aguiar). Tomando como ponto de partida a localização no concelho de Alandroal do sítio de Endovélico que, datando da Idade do Ferro, foi também objecto de ocupação romana (confirmada pelos vestígios encontrados no lugar de S.Miguel da Mota desde o trabalho aí levado a cabo por Leite de Vasconcelos - cuja importância está patente no facto de se constituírem como elementos da colecção fundacional do Museu Nacional de Arqueologia - até aos que têm resultado do trabalho que, actualmente, a equipa de arqueólogos liderada por Carlos Fabião e Amílcar Guerra aí desenvolve), o Congresso foi ilustrado com a exposição dos materiais do sítio que o Museu Nacional de Arqueologia disponibilizou para o efeito – facto notável por permitir à população concelhia conhecer materiais preciosos para o conhecimento aprofundado da história cultural da região e da Península Ibérica que, contudo e dado o seu valor patrimonial nacional e emblemático, conforme notou Carlos Fabião, continuarão a integrar a colecção do referido Museu. Das conclusões da interessante e profícua sessão de trabalho que o Congresso representou, daremos conta num post que, daqui a dias, publicaremos.

Blogue: A Nossa Candeia/ Texto Ana Paula Fitas 
Blogue: Poet'anarquista/ Publicação Camões 

OS NAVEGADORES




OS NAVEGADORES...

Da ocidental praia lusitana
Os navegadores vão regressar...
Boa viagem, até prá semana,
A Nau começa a afundar!

Eduardo luso fica na história...
Mãos de tesoura tudo cortaram!?
Uma resistência quase inglória
P'los outros que nada jogaram.

Patriótico espírito de sacrifício
Pedia-se à nossa selecção...
Cada qual com o seu ofício,
Todos juntos pela nação!!

Quando o timoneiro vacila
Por não saber dirigir o barco,
O marinheiro não se perfila...
Acaba sendo o elo mais fraco.

Enfim, tudo nos conformes
Voltando à forma original,
Incompetência quanto consomes...
Pobre país meu Portugal!!!

POETA 

MORTE DE JIM MORRISON

No dia 3 de Julho de 1971 morria o cantor, compositor e poeta norte-americano Jim Morrison. Vocalista e  autor de muitas letras da banda rock "The Doors", James Douglas Morrison foi por muitos fãs considerado um Deus do Rock. Passados que são 39 anos da sua morte, Poet'anarquista associa-se à efeméride com a publicação de uma breve biografia e um vídeo musical da banda.

Poet'anarquista 


Jim Morrison
Graffiti Rosario, Argentina


BREVE BIOGRAFIA

James Douglas Morrison, mais conhecido como Jim Morrison, nasceu em Melbourne, Flórida, a 8 de Dezembro de 1943 e faleceu em Paris no dia 3 de Julho de 1971. Foi um cantor, compositor e poeta norte-americano.

Vocalista e autor da maior parte das letras da banda rock norte-americana The Doors, embora Robby Krieger também tenha escrito algumas com Jim, por exemplo, Light My Fire.

Primeiros tempos

Jim Morrison era filho do almirante George Stephen Morrison e sua mulher Clara Clark Morrison, ambos funcionários da marinha americana. Seus pais eram conservadores e rigorosos, todavia Jim acabou por tomar para si pontos de vista completamente antagónicos aos que lhe foram ensinados.

The Doors

Morrison tornou-se um descobridor, interessado em explorar novos caminhos e sensações diferentes, e seguiu uma vida de boêmia na Califórnia, frequentou a Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), formando-se no curso de cinema, deambulando por lá, dormindo em sofás e nos telhados, andou por Venice, Los Angeles, devorando livros. Após a graduação pela UCLA, Morrison, após um encontro casual com o seu antigo colega Ray Manzarek, leu-lhe alguns poemas ( entre os quais o famoso “Moonlight Drive”), e ambos decidiram na hora fazer uma banda rock. Para completar a banda vieram mais dois membros juntar-se a eles, Robby Krieger e John Densmore, que Ray conhecia das suas aulas de meditação. O nome da banda – The Doors - foi inspirado no livro The Doors of Perception de Aldous Huxley, que o tinha ido buscar a um verso de um poema de William Blake, que dizia: If the doors of perception were cleansed, every thing would appear to man as it is, infinite. (Se as portas da percepção estiverem limpas/ Toda coisa se apresentará ao homem como ela é, infinita)- The Marriage of Heaven and Hell. Morrison desenvolveu um estilo de cantar único e um estilo de poesia a tocar fortemente no misticismo.

Morrison adoptou a alcunha de “Mr. Mojo Risin’”, um anagrama de “Jim Morrison” e que usou como refrão na música “LA Woman” no álbum do mesmo nome e o último que gravou. Era também chamado de Lizard King retirado de um verso do seu famoso épico “The celebration of the Lizard”, parte do qual foi gravado no álbum Waiting for the Sun, adaptado a musical nos anos 90.

Ainda antes da formação dos Doors, Morrison começou a consumir várias drogas, a beber álcool em grandes quantidades e a entregar-se a diversos bacanais, aparecendo embriagado para as sessões de gravação (podendo ouvir-se soluços em “Five to one”).

Apesar de nunca se ter sentido próximo da sua família, Morrison protegia os seus companheiros de banda. Aparentemente, uma vez disse a Ray Manzarek que nunca se sentia confortável num encontro social a não ser que ele ou outro membro do grupo estivesse com ele. Morrison recusou algumas oportunidades de carreira a solo.

Em Março de 1971, após todos os membros da banda terem decidido parar por algum tempo, Morrison mudou-se para Paris na companhia da sua namorada de sempre, Pamela Courson, com o propósito de se concentrar na escrita.

Morte

Em Paris, morreu em 3 de Julho de 1971, na banheira, com a idade de 27 anos. Muitos fãs e biógrafos especularam sobre a causa da morte, se teria sido por overdose,embora Jim não fosse conhecido por consumir heroína, Pam fazia-o (morreu de overdose em 1974) e é sabido que nesse Verão correu por Paris heroína de uma pureza invulgar. Outra hipótese seria um assassinato feito pelas próprias autoridades do governo americano. Morrison referiu-se a si próprio como sendo o nº 3 a morrer misteriosamente, tendo sido os dois primeiros Jimi Hendrix e Janis Joplin. O relatório oficial diz que foi “ataque de coração” a causa da sua morte. Está sepultado no famoso cemitério do Père-Lachaise em Paris. Devido a actos de vandalismo de alguns fãs, por diversas vezes a associação de amigos do cemitério sugeriu que o corpo fosse transferido para outra necrópole.

Alguns fãs acham que Morrison forjou a sua morte, para conseguir escapar à fama e popularidade. Teóricos da conspiração referem-se ao facto de Pamela Courson ter dito que Morrison estava apenas cansado e a repousar num hospital. Dizem também que muito poucas pessoas terão visto o corpo de Morrison antes do funeral e que ele teria brincado meses antes com os outros membros da banda, dizendo que ia fugir para África. Também há uma teoria de que fugiu para as Bahamas e que esteve (ou está) a trabalhar num bar e a escrever. John Densmore, baterista dos Doors, terá dito que achava a campa muito pequena. Histórias mais recentes afirmam que terá sido visto vivo e levando uma vida de cowboy, e o realizador Gerald Pitts clama tê-lo descoberto num rancho em 1998. Para alguns, Morrison foi um rebelde psicodélico, para outros um deus do rock.

Fontes: http://pt.wikipedia.org/wiki/Jim_Morrison

quinta-feira, 1 de julho de 2010

EXPOSIÇÃO

LUGARES ALENTEJANOS NA LITERATURA PORTUGUESA

                                                         
 Fórum Cultural Transfronteiriço de Alandroal- 2 Julho a 31 Julho 2010 

WARKSHOP TEMÁTICO "POR TERRAS DO ENDOVÉLICO"

À Descoberta da Rocha da Mina pelas Margens da Ribeira do Lucifécit

Oradores:
Conceição Roque, Arqueóloga, junto às margens da ribeira do Lucifécit
Manuel Calado, Arqueólogo, no altar sagrado da Rocha da Mina 

Fotos: Poet'anarquista