segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

FMI- José Mário Branco

PARTE I
PARTE II
Iniciou a sua carreira durante o fascismo, tendo sido perseguido e exilado na França. Trabalhou com José Afonso e Sérgio Godinho, entre outros nomes da música portuguesa. Personalidade irascível e resistente de rara coerência trabalhou igualmente no teatro e no cinema. São obras suas famosas os discos “Ser Solid(t)ário”, “Margem de Certa Maneira”, “A noite” e o emblemático “FMI”, obra síntese do movimento revolucionário português com seus sonhos e desencantos. Esta última foi pelo próprio proibida de passar em quaisquer rádio, TV ou outro tipo de exibição pública. Não obstante este facto “FMI” será, provavelmente, a sua obra mais conhecida.

3 comentários:

Anónimo disse...

Ouvi, comovi-me e quase chorei! O texto "FMI" na sua essência política continua mais actual que nunca, trocam-se alguns nomes e a merda é sempre a mesma. Muitos parabéns ao autor do blogue por em final de mais um ano político de baixo nível, ter tido a sensibilidade e coragem de postar o que muita gente não quer ou não lhe convém entender.

Amigo

Anónimo disse...

É necessário que se resista enquanto houver um fôlego de vida, mas que essa resistência seja sobretudo o contacto com a realidade da força criadora; é esta que afinal tudo leva de vencida e reduz oposições a pó inútil e ligeiro.

D.

Camões disse...

Resistir enquanto houver
Uma réstia de esperança...
E contigo adormecer,
Nos braços de uma criança!!!

POETA